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Rating Action:

Moody's altera para estável a perspectiva de vários bancos brasileiros e da B3 S.A.; afirma ratings

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10 Apr 2018

New York, April 10, 2018 -- A Moody's Investors Service alterou hoje para estável de negativa a perspectiva de alguns dos ratings atribuídos a 20 bancos e instituições financeiras brasileiras, bem como os da B3 S.A.- Brasil, Bolsa, Balcão (B3 S.A.). Ao mesmo tempo, a Moody's afirmou vários ratings e avaliações atribuídos aos emissores impactados por essa ação. Estas ações seguem a alteração da perspectiva do rating Ba2 dos títulos de dívida do Brasil para estável, de negativa, publicada em 9 de abril de 2018 ("Moody's altera perspectiva do rating do Brasil para estável de negativa; rating Ba2 afirmado"). Para mais informações, consulte o anúncio relacionado: https://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PR_382015

Dezessete dos bancos impactados tem rating no mesmo nível do rating soberano do Brasil. A Moody's também revisou as perspectivas dos ratings atribuídos ao Banco Santander (Brasil) S.A. e ao Banco BOCOM BBM S.A, que estão acima do rating soberano porque incorporam suporte de afiliada. O rating de depósito em moeda estrangeiras dos bancos impactados por esta ação, que estão limitados pelo teto de deposito em moeda estrangeira no Brasil Ba3, não foram afetados pela ação de hoje, bem como as avaliações de risco individuais do Banco do Nordeste do Brasil S.A. e da Caixa Econômica Federal (CAIXA), os quais permanecem abaixo de rating soberano.

Além disso, a Moody's afirmou os ratings e avaliações atribuídos ao Banco Votorantim S.A. (BV), mas a perspectiva permaneceu negativa.

Clique neste link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_199003 para a Lista de Ratings de Créditos Afetados. Esta lista é parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado.

FUNDAMENTOS DO RATING

As ações de ratings foram determinadas pela alteração da perspectiva do rating dos títulos de dívida do governo do Brasil para estável de negativa, que reflete diminuição de riscos relacionados ao crescimento do país e incertezas sobre o momento de reformas, o que reduziu a pressão exercida sobre os ratings dos bancos afetados e/ou de suas avaliações intrínsecas . Em particular, a mudança na perspectiva do rating soberano considera as projeções de crescimento de curto e médio prazo para Brasil, que estão acima do esperado, apoiado pelas reformas estruturais, que irão calçar os esforços para a consolidação fiscal.

Os bancos exibem fortes correlações de crédito com seus respectivos soberanos. A exposição ao risco soberano se dá de forma direta, através da liquidez do banco exposta em títulos emitidos pelo banco central e pelo governo federal., e de forma indireta, via a carteira de crédito exposta a econômica real, que está correlacionada ao risco de crédito soberano.

A Moody's projeta a média do crescimento para o PIB brasileiro de 2.8% no período de 2018-19 e 2.5% para os anos seguintes. A perspectiva de médio prazo estará sustentada pela retomada do crescimento do crédito apoiada por uma política monetária acomodatícia e por sólida expectativa para o mercado de trabalho. Apoiado por melhora na confiança do investidor, esses elementos irão sustentar uma ampla recuperação da demanda doméstica conduzido por investimento e consumo, que irão beneficiar as expectativas de receitas dos bancos e aliviar as pressões sobre a qualidade de ativos que se acumulou durante os anos de recessão econômica.

No médio prazo, as perspectivas de crescimento do Brasil serão amparadas por reformas estruturais aprovada pelo governo do presidente Michel Temer desde 2016, incluindo uma reforma trabalhista que adicionou flexibilidade para as negociações de contratos trabalhistas entre empregados e empregadores. Além disso, várias medidas foram adotadas para melhorar a facilidade de fazer negócios com foco na redução da burocracia e dos regulamentos, enquanto a decisão de descontinuar empréstimos subsidiados pelo BNDES melhorará a alocação de crédito e contribuirá para o desenvolvimento dos mercados de capitais domésticos.

As perspectivas estáveis e a afirmação dos ratings dos bancos levam em consideração que seus fundamentos de crédito continuam sólidos apesar dos desafios significativos que enfrentaram durante a recessão no Brasil. Os bancos estão bem preparados para enfrentar um novo ciclo de crédito à medida que o crescimento econômico ganha tração e o risco de crédito diminui, amparado pelas taxas de inflação e de juros historicamente baixas. Após dois anos de contração, o crédito deverá crescer entre 3% a 5% em 2018, com a demanda de crédito sendo amparada pela desalavancagem das famílias enquanto o crédito corporativo continua fraco. Os bancos emergiram da recessão com riscos de ativos administráveis, e o índice de crédito em atraso continuou relativamente estável nos 12 meses até janeiro de 2018, em aproximadamente em 3,5%, enquanto as reservas para perdas de crédito são conservadoras, em 6,5% da carteira. A retomada do crescimento do crédito, a redução do custos de risco e a continuidade dos corte de custos ajudarão a compensar a compressão de margem à medida que as novas operações de crédito são originadas com o as taxas mais baixas, também pressionadas pelo aumento da concorrência. Ao mesmo tempo, a contração do crédito dos bancos públicos reduziu as distorções de preço presentes em anos anteriores.

Além disso, tendo aumentado para amplos 14,5% dos ativos ponderados pelo risco em 2017, o índice de capitalização regulatória médio é mais que adequado para amparar a expansão gradual do crédito projetada para os próximos trimestres, bem como acomodar a fase final da implementação das regras de Basileia III no início de 2019, apesar da qualidade do capital estar relativamente fraca em comparação com os bancos globais devido aos montantes elevados de créditos tributários . Finalmente, a liquidez forte limitará as necessidades de captação dos bancos, enquanto a estrutura de captação amplamente doméstica reduz a vulnerabilidade a potenciais choques inesperados provenientes dos mercados globais.

O QUE PODERIA PROVOCAR UMA ELEVAÇÃO OU REBAIXAMENTO DO RATING

Os ratings poderiam enfrentar pressão de alta se o rating dos títulos de dívida do Brasil for elevado junto com uma melhora dos fundamentos de crédito dos emissores e/ou do ambiente macroeconômico do país. Por outro lado, se o rating dos títulos de dívida do governo do Brasil enfrentar novamente pressões de baixa, os ratings afetados serão pressionados negativamente. Os ratings enfrentariam também pressão de baixa se os fundamentos intrínsecos de crédito dos emissores deteriorar inesperadamente.

ENTIDADES AFETADAS

1. Banco ABC Brasil S.A.

2. Banco Alfa de Investimento S.A.

3. Banco BOCOM BBM S.A.

4. Banco Bradesco S.A. e Banco Bradesco S.A., Grand Cayman Branch

5. Banco BTG Pactual S.A., Banco BTG Pactual S.A., Grand Cayman Branch e Banco BTG Pactual S.A., Luxembourg Branch

6. Banco Cooperativo Sicredi S.A.

7. Banco Daycoval S.A.

8. Banco do Brasil S.A. e Banco Do Brasil S.A. (Cayman)

9. Banco do Estado de Sergipe S.A.

10. Banco do Estado do Para S.A.

11. Banco do Nordeste do Brasil S.A.

12. Banco Industrial do Brasil S.A.

13. Banco Nacional de Desenv. Economica e Social -- BNDES

14. Banco PSA Finance Brasil S.A.

15. Banco Safra S.A. e Banco Safra S.A. (Cayman Branch)

16. Banco Santander (Brasil) S.A. e Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Br

17. Banco Sofisa S.A.

18. Banco Votorantim S.A. e Banco Votorantim S.A. (Nassau Branch)

19. B3 S.A. -- Brasil, Bolsa, Balcão

20. Caixa Econômica Federal (CAIXA)

21. Itaí Unibanco Holding S.A. e Itaú Unibanco Holding S.A. (Cayman Islands)

22. Itaú Unibanco S.A. e Itaú Unibanco S.A. (Cayman Islands)

RATINGS DO BANCO VOTORANTIM S.A.

Apesar do capital e resultado ainda fracos, a afirmação dos ratings do Banco Votorantim S.A. considera a melhora de seu desempenho financeiro em 2017; seu índice de capital tangível (TCE) sobre os ativos ponderados pelo risco (RWA) ajustado, a medida de capitalização preferencial da Moody's, melhorou para 5,9%, de 4,7% em 2016, enquanto o lucro líquido aumentou 37%. A Moody's espera que o desempenho continuará a melhorar em 2018. No entanto, sua perspectiva permanece negativa para refletir os contínuos desafios que o banco enfrenta para restaurar seu capital e seus resultados para níveis consistentes com seu rating atual. Para isso, o banco precisará implementar com sucesso uma nova estratégia de crédito focada nos segmentos corporativo e comercial, à medida que as condições econômicas melhorarem e a demanda de crédito se recupere.

Não obstante a alta probabilidade de que o BV receba apoio financeiro de seu controlador, o Banco do Brasil SA (BB, Ba2 estável / ba2), em caso de estresse, seus ratings poderão ser rebaixados se não for possível melhorar seu índice de capital tangível (TCE) sobre os ativos ponderados pelo risco (RWA) ajustado para pelo menos 6,0%, bem como aumentar ainda mais a sua rentabilidade, com o rendimento líquido dos ativos tangíveis superando 0,75%. Além disso, pressões de baixa sobre seu perfil financeiro poderiam resultar de uma deterioração de sua estrutura de captação, com um declínio da parcela de instrumentos de longo prazo, bem como por um consumo significativo de seus recursos líquidos. Tendo em vista a perspectiva negativa, não prevemos pressões de alta para os ratings o BV neste momento, mas a perspectiva poderia estabilizar se o banco demonstrar capacidade de atingir as métricas acima mencionada em bases sustentadas.

A principal metodologia usada para atribuir ratings à Banco ABC Brasil S.A., Banco Alfa de Investimento S.A., Banco BOCOM BBM S.A., Banco Bradesco S.A., Banco Bradesco S.A., Grand Cayman Branch, Banco BTG Pactual S.A., Banco BTG Pactual S.A., Grand Cayman Branch, Banco BTG Pactual S.A., Luxembourg Branch, Banco Cooperativo Sicredi S.A., Banco Daycoval S.A., Banco do Brasil S.A., Banco Do Brasil S.A. (Cayman), Banco do Estado de Sergipe S.A., Banco do Estado do Para S.A., Banco do Nordeste do Brasil S.A., Banco Industrial do Brasil S.A., Banco Nac. de Desenv. Economico e Social -- BNDES, Banco PSA Finance Brasil S.A., Banco Safra S.A., Banco Safra S.A. (Cayman Branch), Banco Santander (Brasil) S.A., Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Br, Banco Sofisa S.A., Banco Votorantim S.A., Banco Votorantim S.A. (Nassau Branch), Caixa Economica Federal (CAIXA), Itau Unibanco Holding S.A., Itau Unibanco Holding S.A. (Cayman Islands), Itau Unibanco S.A., e Itau Unibanco S.A. (Cayman Islands) foram Bancos ("Banks") publicada em Setembro de 2017. A principal metodologia usada para atribuir ratings à B3 S.A. -- Brasil, Bolsa, Balcão foram Prestadores de Serviços da Indústria de Valores Mobiliários ("Securities Industry Service Providers") publicada em Setembro de 2017. Consulte a página de Metodologias de Rating em www.moodys.com para obter uma cópia destas metodologias.

Os Ratings em Escala Nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em maio de 2016 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global" ("Mapping National Scale Ratings from Global Scale Ratings"). Embora os NSRs não tenham significado absoluto inerente em termos de risco de default ou perda esperada, pode-se inferir uma probabilidade histórica de default consistente com um dado NSR a partir do GSR para o qual o NSR mapeia em um momento específico. para informações sobre taxas de default históricas associadas às diferentes categorias de escalas globais de ratings em distintos horizontes de investimentos consulte https://www.moodys.com/researchdocumentcontentpage.aspx?docid=PBC_1113601.

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating de crédito do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating de crédito dos títulos que derivam seus ratings do rating de crédito do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para mais informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível em www.moodys.com.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating de crédito, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação de rating de crédito, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a guia de classificação da página do emissor em www.moodys.com, para cada um rating coberto, as divulgações da Moody's no analista de classificação principal e a entidade legal da Moody's que emitiu os ratings.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

Ceres Lisboa
Senior Vice President
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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.

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