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Rating Action:

Moody's conclui revis?o para rebaixamento das institui??es financeiras brasileiras

28 Jun 2012

Rebaixamento dos ratings intrínsecos ("standalone") em linha com as diretrizes para ratings globais da Moody's; ratings com suporte são afetados

Sao Paulo, June 28, 2012 -- A Moody's Investors Service rebaixou hoje os ratings intrínsecos de força financeira de bancos (BFSR) e os Perfis de Risco de Crédito Individual (BCA) de oito instituições financeiras brasileiras em um a três níveis ("notches"). Os ratings de depósito de longo prazo em escala global e moeda local (GLC) ou ratings de emissor de 11 instituições financeiras foram rebaixados em um a três níveis, enquanto o rating de depósito de um banco foi confirmado. Além disso, os ratings de depósito de curto prazo de seis bancos foram rebaixados em um nível. Essas ações concluem o processo de revisão iniciado em 24 de fevereiro e 15 de março de 2012.

Os ratings intrínsecos revisados de três bancos têm perspectiva positiva. A perspectiva positiva também foi atribuída aos ratings com suporte em moeda local de doze emissores, enquanto a perspectiva do rating de depósito de um dos banco é negativa.

As ações de hoje ocorreram dentro do contexto da atual revisão global da Moody's de bancos cujas avaliações individuais estavam acima do rating do país onde eles são domiciliados, conforme discutido no guia de implementação de rating "Como a qualidade do Crédito Soberano Pode Afetar Outros Ratings" ("How Sovereign Credit Quality May Affect Other Ratings") publicado em 13 de fevereiro de 2012, e mais detalhado no relatório "Banks and Sovereigns: Risk Correlations Constrain Standalone Bank Credit Assessments" publicado em 30 de abril de 2012. O reposicionamento dos ratings também incorpora as recentes ações anunciadas pela Moody's para os grupos bancários controladores dos bancos afetados, conforme discutido no comunicado intitulado "Moody's downgrades firms with global capital markets operations" datado de 21 de junho de 2012.

Os ratings da Moody's atribuídos a outros 39 bancos no Brasil não foram afetados por essa revisão global porque seus perfis de risco individuais estão no mesmo nível que o rating do soberano, ou abaixo dele.

Acesse o link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_143528 para obter uma Lista dos Ratings Afetados. Essa lista é parte integral deste Comunicado e identifica cada emissor afetado.

Para informações adicionais sobre os ratings dos bancos, consulte a página da Moody's que contém anúncios relacionados http://www.moodys.com/bankratings2012

FUNDAMENTOS DOS RATINGS

REBAIXAMENTO DOS RATINGS INTRÍNSECOS

A revisão para rebaixamento dos oito ratings intrínsecos dos bancos afetados considera (i) a extensão à qual as operações das entidades são dependentes do ambiente macroeconômico e financeiro doméstico, (ii) a dependência de captação baseada em mercado de capitais e, portanto, mais sensível à confiança, e (iii) exposições diretas e indiretas à dívida soberana local, comparadas às suas bases de capital.

Os Perfis de Risco de Crédito Individual de quatro dos oito bancos foram rebaixados para o nível baa2, o mesmo que o rating de dívida do governo brasileiro, refletindo a visão da Moody's de que a qualidade de crédito dos emissores não pode estar desatrelada da força de crédito do governo. Os principais determinantes para essas ações foram (i) o alto nível de exposição do balanço à dívida soberana local, comparada com seus colchões de capital; (ii) suas operações bancárias principalmente domésticas, com exposições macroeconômicas similares àquelas do governo soberano, e (iii) o baixo nível de diversificação cross-border de suas operações.

Nossa revisão indicou que há poucos motivos, se algum, para acreditarmos que esses bancos ficarão isolados de uma crise de dívida do governo. Mais especificamente, observamos sua exposição significativa direta aos títulos do governobrasileiro, equivalentes a 167% de seu capital de Nível 1 com base nos dados consolidados publicados mais recentemente (março de 2012).

Os seguintes ratings intrínsecos e avaliações de crédito dos bancos brasileiros foram rebaixados para o nível do rating de dívida soberana:

Banco do Brasil S.A. (BB)-- para C-/baa2 de C+/a2

Banco Safra S.A. (Safra) -- para C-/baa2 de C-/baa1

Banco Santander (Brasil) (Santander Brasil) -- para C-/baa2 de C/a3

HSBC Bank Brasil -- Banco Múltiplo S.A. (HSBC Brasil) -- para C-/baa2 de C/a3

Os Perfis de Risco de Crédito Individuais de três dos oito bancos foram rebaixados, embora para níveis ainda mais altos do que os ratings de dívida do governo brasileiro. Seus Perfis de Risco de Crédito Individual agora excedem o rating soberano em um nível. A Moody's diz que essas exceções refletem fatores que ajudam a mitigar as correlações de risco com a qualidade de crédito do governo local, incluindo níveis moderados de diversificação cross border e alta diversificação de operações e receitas, apesar de ainda serem elevados o volume de dívida soberana carregada pelos bancos.

Os seguintes ratings intrínsecos e avaliações de crédito dos bancos brasileiros foram rebaixados para um nível acima do rating de dívida soberana:

Banco Bradesco S.A. - para C-/baa1 de B-/ a1

Banco Itau Unibanco S.A. para C-/baa1 de B-/ a1

Banco Itau BBA S.A. para C-/baa1 de B-/ a1

O rating intrínseco e a avaliação de crédito do Banco Votorantim S.A. foi rebaixado para um nível abaixo do rating de dívida soberana a fim de refletir o baixo desempenho financeiro do banco, incluindo fraca qualidade dos ativos e rentabilidade, assim como as perspectivas de contínuos desafios para a força financeira.

RATINGS DE DEPÓSITO EM ESCALA GLOBAL E MOEDA LOCAL E RATINGS DE EMISSOR

Os ratings de depósito em moeda local e os ratings de emissor de 11 instituições financeiras caíram um ou dois níveis para refletirem a combinação do rebaixamento de suas avaliações individuais e/ou os ratings mais baixos de seus bancos controladores. O rating de depósito de um banco foi confirmado.

Os ratings de emissor de seis instituições foram rebaixados em dois níveis, embora o rating de uma delas tenha permanecido dois níveis acima dos ratings de dívida soberana.

Os ratings de curto prazo de seis bancos foram rebaixados para Prime 2, de Prime 1, em linha com o rebaixamento de seus ratings de depósito de longo prazo.

Os ratings de depósito da Moody's incorporam premissas sobre um potencial suporte externo de uma instituição controladora, ou do governo regional ou nacional. Essas premissas refletem ambas a capacidade e a disposição de um terceiro fornecer suporte a um banco no evento de estresse, e podem levar à elevação dos ratings de depósito e de dívida de uma subsidiária acima de sua avaliação de crédito intrínseco. O nível de elevação decorrente de tais premissas de suporte depende da importância sistêmica de um banco como tomador de depósitos e credor, bem como sua relevância para o grupo bancário controlador, dentre outras considerações.

A avaliação da Moody's do suporte do controlador para as subsidiárias brasileiras de bancos internacionais incorpora o posicionamento estratégico de um banco dentro de seu grupo controlador e a interdependência operacional com seu controlador. A análise também verifica os efeitos da redução da força de crédito e a queda sustentada da capacidade dos grupos controladores de suportarem suas subsidiárias cross border, e o posicionamento da avaliação de crédito intrínseco de cada banco no perfil individual do controlador.

Os ratings de depósito de três de quatro bancos cujos perfis intrínsecos agora estão posicionados no mesmo nível que o rating soberano continuam se beneficiando de um a dois níveis de elevação devido a premissas de suporte do governo e do controlador. Um banco se beneficia de quatro níveis de elevação devido às nossas premissas de suporte do controlador por um banco controlador de rating mais elevado. Os ratings de depósito de outros três bancos também se beneficiam de um nível de elevação, neste caso devido a premissas de suporte do governo por causa de sua importância sistêmica.

REBAIXAMENTO DOS RATINGS DE DÍVIDA

Os ratings de dívida sênior de longo prazo, subordinada ou subordinada junior de sete instituições financeiras foram rebaixados em um a dois níveis, em linha com o rebaixamento de seus ratings de depósito e de emissor. Seus ratings de dívida seguem as diretrizes da Moody's para classificação de títulos híbridos bancários e dívida subordinada, e são baseados nos ratings de depósito com suporte para dívida subordinada, ou Perfil de Risco de Crédito Individual no caso de dívida subordinada junior.

LISTA DE AÇÕES DE RATING

As seguintes ações de rating foram realizadas:

BANCO BRADESCO

O rating de depósito de longo prazo do Banco Bradesco S.A. (Bradesco) foi rebaixado em dois níveis para A3, de A1, e agora incorpora um nível de elevação derivado da premissa da Moody's da probabilidade de suporte do governo devido à sua importância sistêmica. O rating de curto prazo foi rebaixado para Prime 2, de Prime 1. Essas ações são resultado do rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual do Bradesco em três níveis para baa1, de a1. Ambos os ratings intrínsecos e com suporte têm perspectiva positiva refletindo a perspectiva positiva do rating de dívida Baa2 do Brasil.

O Perfil de Risco de Crédito Individual baa1 está um nível acima do rating de dívida soberana e reflete a resiliência relativa do Bradesco ao risco soberano brasileiro, conforme evidenciado (i) pela base diversificada de receitas do banco, incluindo a materialidade das operações de seguros que contribuem com um terço dos resultados; (ii) suas amplas fontes de captação doméstica ; e (iii) a franquia bem estabelecida no Brasil e fortes fundamentos de crédito em relação aos pares globais.

ITAU-UNIBANCO

Os ratings de depósito de longo prazo do Itau-Unibanco S.A. (IU) e Banco Itau BBA S.A. (IBBA) foram rebaixados em dois níveis para A3, de A1, e agora incorporam um nível de elevação derivado da premissa da Moody's da alta probabilidade de suporte do governo devido à sua importância sistêmica. Os ratings de curto prazo foram rebaixados para Prime 2, de Prime 1. Essas ações são resultado do rebaixamento dos Perfis de Risco de Crédito Individuais do IU e IBBA em três níveis para baa1, de a1. Ambos os ratings intrínseco e com suporte têm perspectiva positiva refletindo a perspectiva positiva do rating de dívida Baa2 do Brasil.

O Perfil de Risco de Crédito Individual baa1 de ambos os bancos está um nível acima do rating de dívida soberano e reflete a resiliência relativa do IU e IBBA ao risco soberano brasileiro, conforme evidenciado (i) pela diversificação geográfica e operações internacionais que fornecem diversificação moderada dos ativos; (ii) altos níveis de diversificação das receitas, incluindo aquelas derivadas de operações de prestação de serviços financeiros; e (iii) amplas fontes de captação principal.

Os ratings de emissor e de dívida em moeda local das entidades de leasing do IU, Itaubank Leasing S.A Arrendamento Mercantil, Dibens Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, e BFB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, também foram rebaixados em dois níveis, seguindo o rebaixamento dos ratings do controlador Itau Unibanco.

O rating de emissor do Itaú-Unibanco Holding S.A. (IUH) foi rebaixado para Baa1, de A2, deduzido dos ratings com suporte das duas subsidiárias bancárias operacionais principais (IU e IBBA) considerando a subordinação estrutural no rating. O rating de curto prazo foi rebaixado para Prime 2, de Prime 1. O rating de emissor do Itaúsa S.A. também foi rebaixado em dois níveis, para Baa2, de A3, a fim de refletir o rebaixamento dos ratings do Itau Unibanco.

BANCO DO BRASIL

O rating de depósito do Banco do Brasil (BB) foi rebaixado em um nível para A3, de A2, e agora incorpora um nível de elevação derivado da premissa da Moody's da probabilidade de suporte do governo por causa de sua importância sistêmica. O rating de curto prazo foi rebaixado para Prime 2, de Prime 1. Essa ação é resultado do rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual do BB em três níveis para baa2, de a2. Os ratings de depósito e dívida de longo prazo com suporte têm perspectiva positiva refletindo a perspectiva positiva do rating de dívida Baa2 do Brasil.

O Perfil de Risco de Crédito Individual baa2 está no mesmo nível que o rating de dívida soberana, refletindo o alto nível de correlação com o governo, principalmente por conta do controle acionário e de sua função pública da instituição.

BANCO VOTORANTIM

O rating de depósito de longo prazo do Banco Votorantim S.A. (Banco Votorantim) foi rebaixado em dois níveis para Baa2, de A3, e continua incorporando um nível de elevação derivado do suporte de seu acionista, Banco do Brasil. Essa ação é resultado do rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual do Banco Votorantim em um nível para baa3, de baa2, e o rebaixamento do rating de depósito de seu acionista BB para A3, de A2. Todos os ratings têm perspectiva estável.

O rebaixamento do rating intrínseco do Banco Votorantim reflete principalmente uma deterioração significativa da qualidade dos ativos desde o 3T11 e o enfraquecimento do desempenho à medida que o banco reestrutura suas atividades de créditode consumido. Como resultado, a originação de empréstimos diminuiu, o que -- por sua vez -- enfraquece a rentabilidade do banco e, portanto, a capacidade de recompor a base de capital. A perspectiva estável dos ratings reconhece o reposicionamento estratégico da plataforma de varejo e a melhor proteção do balanço fornecida por reservas mais elevadas e a recém-anunciada injeção de capital de R$2 bilhões.

HSBC BANK BRASIL

O rating de depósito de longo prazo do HSBC Bank Brasil S.A. (HSBC Brazil) foi confirmado em A1, apesar (i) do rebaixamento de um nível do rating intrínseco do banco para C-, de C, que agora mapeia para um perfil de risco de crédito individual de baa2, rebaixado de a3; e (ii) do rebaixamento de um nível da força financeira intrínseca do controlador HSBC Holdings para a1, de aa3, anunciada em 21 de junho de 2012 (consulte o comunicado "Moody's downgrades firms with global capital markets operations").

O rating de depósito em moeda local tem perspectiva estável, enquanto o rating em moeda estrangeira permanece limitado pelo teto de depósitos em moeda estrangeira do Brasil e tem perspectiva positiva, em linha com a perspectiva positiva do teto. Os ratings de depósito de curto prazo foram confirmados em Prime 1.

O Perfil de Risco de Crédito Individual baa2 está no mesmo nível que o rating de dívida soberana.

BANCO SANTANDER (BRASIL)

O rating de depósito de longo prazo do Banco Santander (Brasil) S.A. (Santander Brasil) foi rebaixado em dois níveis para Baa1, de A2, e incorpora um nível de elevação derivado da premissa da Moody's da probabilidade de suporte do governo devido à sua importância sistêmica. O rating de curto prazo foi rebaixado para Prime 2, de Prime 1. Essas ações são resultado do rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual do Santander Brasil em dois níveis para baa2, de a3, e o rebaixamento do BCA de seu controlador Banco Santander - Espanha para baa2 de a3, anunciado em 25 de junho de 2012 (consulte o comunicado "Moody's downgrades Spanish banks"). Os ratings intrínsecos e com suporte têm perspectiva estável, exceto o rating de depósito em moeda estrangeira que tem perspectiva positiva e permanece limitado pelo teto de depósito em moeda estrangeira do Brasil.

O Perfil de Risco de Crédito Individual baa2 está no mesmo nível que o rating de dívida soberana.

BANCO SAFRA

O rating de depósito de longo prazo do Banco Safra (Safra) foi rebaixado em um nível para Baa2, de Baa1, reposicionado no nível do rating de dívida soberana. Essa ação é resultado do rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual do Safra em um nível para baa2, de baa1. Os ratings de depósito e dívida de longo prazo têm perspectiva positiva refletindo a perspectiva positiva do rating de dívida Baa2 do Brasil.

ING BANK -- FILIAL DE SÃO PAULO

O rating de depósito de longo prazo em escala global e moeda local da filial de São Paulo do ING Bank N.V. (ING Brasil) foi rebaixado em um nível para A2, de A1, como resultado do rebaixamento de seu controlador, ING Bank N.V. da Holanda, do qual o ING Brasil é legalmente estruturado como uma filial. A perspectiva do rating é negativa em linha com a perspectiva do rating de depósito de longo prazo do ING Bank N.V..

BM&FBOVESPA

O rating de emissor de longo prazo em moeda local da BM&FBovespa S.A. (BMFBovespa) foi rebaixado para A3, de A1, com perspectiva estável, e agora está dois níveis acima do rating de dívida soberana.

A ação reflete (i) as fontes diversificadas de receitas da bolsa, tanto em produtos como geografia, com uma parcela significativa originada de investidores internacionais; (ii) pouca dependência de receitas relacionadas ao governo; (ii) a robusta capacidade de geração de fluxo de caixa livre da BMFBovespa e os indicadores financeiros superiores, incluindo baixa alavancagem financeira; (iii) sua infraestrutura central de gestão de risco e a consistência para suportar o tamanho específico da bolsa, seu modelo de negócios e perfil de risco, e (iv) status dominante como a única bolsa de mercadorias e futuros padronizada do Brasil.

REBAIXAMENTO DOS RATINGS DE SEGUROS DO GRUPO ITAÚ SEGUROS

A Moody's Investors Service rebaixou os ratings de força financeira de seguros (IFS) em escala global e moeda local (GLC) do Itaú Seguros e Itaú Vida e Previdência para Baa1 (perspectiva positiva) de A2 (revisão para possível rebaixamento) e afirmou os ratings IFS Aaa.br/estável na escala nacional brasileira da companhia. Ao mesmo tempo, a Moody's América Latina Ltda. rebaixou o rating de dívida subordinada em escala global e moeda nacional da Itauseg Participações S.A. (a controladora intermediária da seguradora) para Baa3 (perspectiva positiva) de Baa1 (revisão para possível rebaixamento) enquanto afirmou seu rating Aaa.br (perspectiva estável) na escala nacional brasileira.

As ações seguem os rebaixamentos dos ratings do Itaú Unibanco S.A. e Itaú Unibanco Holding S.A. (controladores das seguradoras) e conclui a revisão iniciada em 24 de fevereiro de 2012. De acordo com a Moody's, o Perfil de Risco de Crédito Individual do Itaú Seguros agora encontra-se em Baa1, comparado com o A3 anterior, sendo que a alteração reflete principalmente uma redução da avaliação da flexibilidade financeira do grupo, dado o rebaixamento dos ratings dos controladores. Por outro lado, o Perfil de Risco de Crédito Individual do Itaú Vida e Previdência agora está em Baa2, considerando tanto a redução da avaliação da flexibilidade financeira do grupo quanto a alta exposição de investimentos da seguradora ao risco de crédito soberano do Brasil em relação à sua base de capital, a qual -- em função do recém-publicado Guia de Implementação de Ratings sobre como a qualidade de crédito do soberano pode afetar outros ratings -- resulta efetivamente em um rebaixamento do Perfil de Risco de Crédito Individual da companhia ao nível de rating soberano do Brasil. Dado a integração significativa de produtos e distribuição do Itaú Vida e Previdência com suas afiliadas bancárias, bem como seu compartilhamento de marca com seu controlador, o rating de força financeira de seguros da Moody's para a companhia reflete um nível de elevação de suporte do controlador Itaú Unibanco.

A afirmação dos ratings IFS na escala nacional brasileira Aaa.br das seguradoras, com perspectiva estável, reflete o fato de que seus ratings globais IFS Baa1 continue mapeando exclusivamente para o rating Aaa.br na escala nacional brasileira. O rebaixamento do rating de dívida subordinada da Itauseg Participações S.A é baseado no rebaixamento dos ratings globais das subsidiárias de seguros, e a aplicação do spread de dois níveis entre os ratings de dívida e IFS. A afirmação do rating de dívida subordinada na escala nacional brasileira em Aaa.br, a maior das duas possibilidades de mapeamento do GLC-NS da Moody's para o Brasil, reflete a visão da Moody's de que a empresa controladora permanece forte em relação a outros emissores brasileiros dentro da categoria de rating Baa3.

METODOLOGIAS UTILIZADAS

As principais metodologias utilizadas na classificação desses ratings foram " Ratings de Força Financeira de Bancos: Metodologia Global" ("Bank Financial Strength Ratings: Global Methodology"), publicada em fevereiro de 2007, e Incorporação da Análise de Default-Conjunto nos Ratings de Bancos da Moody's: Metodologia Refinada" ("Incorporation of Joint-Default Analysis into Moody's Bank Ratings: A Refined Methodology"), publicada em março de 2012. Consulte a página de Política de Crédito no www.moodys.com para obter uma cópia dessas metodologias.

Os Ratings em Escala Nacional da Moody's (NSRs) têm o intuito de serem avaliações relativas da idoneidade creditícia entre as emissões de dívida e os emissores de um dado país, a fim de permitir que os participantes do mercado diferenciem melhor os riscos relativos. Os NSRs são diferentes dos ratings globais da Moody´s pois não são globalmente comparáveis ao universo global de entidades classificadas pela Moody´s, mas apenas a NSRs de outras emissões e emissores classificados no mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".br" no caso do Brasil. Para maiores informações sobre a abordagem da Moody´s para ratings na escala nacional, consulte as Diretrizes para Implementação de Ratings da Moody´s publicadas em março de 2011 sob o título "Mapeamento dos Ratings na Escala Nacional da Moody´s para Ratings na Escala Global" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Acesse o link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_143528 para obter uma Lista dos Ratings Afetados. Essa lista é parte integral do Comunicado e o e fornece, para cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre os seguintes itens:

Fontes de Informação

Pessoa Responsável pela Aprovação do Rating

Os Ratings em Escala Global presentes neste comunicado que são emitidos por uma das afiliadas da Moody's não pertencentes à União Europeia são endossados pela Moody's Investors Service Ltd., One Canada Square, Canary Wharf, London E 14 5FA, UK, de acordo com o Artigo 4, parágrafo 3 da Regulação (EC) No. 1060/2009 das Agências de Rating de Crédito. Maiores informações sobre o status do endosso para a União Europeia e sobre o escritório da Moody's que emitiu um rating específico encontram-se disponíveis no www.moodys.com.

Banco Bradesco S.A.

Banco Bradesco S.A., Filial Grand Cayman

Banco Bradesco S.A., Filial de Nova York

Banco do Brasil S.A.

Banco Do Brasil S.A. (Cayman)

Banco Itau BBA S.A.

Banco Safra S.A.

Banco Santander (Brasil) S.A.

Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Br

Banco Votorantim S.A.

Banco Votorantim S.A. (Nassau Branch)

BM&FBovespa S.A.

HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Multiplo

Itau Unibanco Holding S.A.

Itau Unibanco Holding S.A. (Ilhas Cayman)

Itau Unibanco S.A.

Itau Unibanco S.A. (Ilhas Cayman)

Itauseg Participacoes S.A.

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating dos provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.

A Moody's considera a qualidade das informações disponíveis sobre o emissor ou obrigação como sendo satisfatória ao processo de atribuição do rating de crédito.

A Moody´s adota todas as medidas necessárias para que as informações utilizadas na atribuição de ratings seja de qualidade suficiente e proveniente de fontes que a Moody´s considera confiáveis incluindo, quando apropriado, fontes de terceiros. No entanto, a Moody´s não realiza serviços de auditoria, e não pode realizar, em todos os casos, verificação ou confirmação independente das informações recebidas nos processos de rating.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins de informação. Consulte a página do emissor no www.moodys.com para divulgações regulatórias da Moody's sobre o nome do analista líder e o escritório que atribuiu o rating.

Consulte a página de divulgação de ratings em www.moodys.com para obter maiores informações a respeito de conflitos de interesse potenciais.

Consulte a página de divulgação de ratings em www.moodys.com para obter informações sobre (A) os principais acionistas da MCO (com participação acima de 5%) e (B) para ter acesso a mais informações sobre relações que possam existir entre os diretores da MCO e entidades classificadas assim como (C) os nomes das entidades que têm ratings da MIS que também reportaram publicamente à Securities and Exchange Commission dos EUA uma participação na MCO acima de 5%. Um membro do conselho de administração da entidade classificada também pode ser membro do conselho de administração de um acionista da Moody's Corporation; no entanto, a Moody's não verificou esse assunto de maneira independente.

Consulte os "Símbolos e Definições de Rating da Moody's" na página de Processo de Rating no www.moodys.com para obter mais informações sobre o significado de cada categoria de rating, além da definição de default e recuperação.

Consulte a aba de ratings na página do emissor/entidade no www.moodys.com para visualizar o histórico e a última ação de rating deste emissor.

A data em que alguns Ratings foram atribuídos pela primeira vez diz respeito a uma época em que os ratings da Moody's não eram integralmente digitalizados e pode ser que os dados precisos não estejam disponíveis. Consequentemente, a Moody's fornece uma data que acredita ser a mais confiável e precisa com base nas informações que são disponibilizadas. Consulte a página de divulgação de ratings em nosso website www.moodys.com para obter maiores informações.

Consulte o www.moodys.com para atualizações ou alterações sobre o analista líder e a entidade legal da Moody's que emitiu o rating.

Ceres Lisboa
VP - Senior Credit Officer
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Na medida do permitido por lei, a MOODY'S e seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças e fornecedores não aceitam qualquer responsabilidade perante qualquer pessoa ou entidade relativamente a quaisquer danos ou perdas, indiretos, especiais, consequenciais ou incidentais, decorrentes ou relacionados com a informação aqui incluída ou pelo uso, ou pela inaptidão de usar tal informação, mesmo que a MOODY'S ou os seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças ou fornecedores sejam informados com antecedência da possibilidade de ocorrência de tais perdas ou danos, incluindo, mas não se limitando a: (a) qualquer perda de lucros presentes ou futuros; ou (b) qualquer perda ou dano que ocorra em que o instrumento financeiro relevante não seja objeto de um rating de crédito específico atribuído pela MOODY'S.

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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.