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Rating Action:

Moody's efetua ações de rating para 12 bancos brasileiros e atribui avaliações de CR

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12 Jun 2015

New York, June 12, 2015 -- A Moody's Investors Service afirmou hoje todos os ratings de depósito e de dívida nas escalas global e nacional, e perfis de risco de crédito individual (BCAs) de seis bancos brasileiros, nomeadamente Banco Safra S.A. (Safra), Banco ABC Brasil S.A. (BAB), Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul), Banco Pine S.A. (Pine), Banco Bonsucesso S.A. (Bonsucesso) e Banco BMG S.A. (BMG). A perspectiva dos ratings do Safra e Pine é negativa, e dos ratings do BAB, Banrisul, Bonsucesso e BMG é estável.

A Moody's também afirmou os ratings de depósito e de dívida na escala global e os BCAs do Banco BTG Pactual S.A., Banco Pan S.A. e Banco Fibra S.A., mas alterou as perspectivas dos ratings para negativa, de estável. Ao mesmo tempo, a Moody's rebaixou os ratings na escala nacional do Banco BTG Pactual S.A. e Banco Fibra S.A..

Em adição, a Moody's afirmou os ratings de depósito do Banco Citibank S.A. e os ratings de depósito e de dívida do Banco Industrial e Comercial S.A. e reduziu seus respectivos BCAs.

A Moody's rebaixou os ratings de depósito nas escalas global e nacional e os ratings de dívida sênior não garantida e subordinada do Banco Mercantil do Brasil S.A.. Em adição, a Moody's também reduziu o BCA do banco. A perspectiva dos ratings permaneceu negativa.

Ao mesmo tempo, a Moody's atribuiu avaliação de risco de contraparte (CR) para estes bancos, motivada pela publicação de sua nova metodologia de Bancos (consulte "Bancos" publicada em 16 de março de 2015).

Os 12 bancos brasileiros incluidos neste comunicado de imprensa são:

- Banco Safra S.A.

- Banco ABC Brasil S.A.

- Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.

- Banco Bonsucesso S.A.

- Banco BMG S.A.

- Banco Pine S.A.

- Banco BTG Pactual S.A.

- Banco Pan S.A.

- Banco Fibra S.A.

- Banco Industrial e Comercial S.A.

- Banco Citibank S.A

- Banco Mercantil do Brasil S.A.

A Moody's retirou as perspectivas de todos os ratings dos instrumentos subordinados por razões comerciais próprias. Consulte a Política para Retirada de Rating de Crédito da Moody's Investors Service disponível no seu website, www.moodys.com. As perspectivas agora são atribuídas somente para ratings de depósito e de dívida sênior de longo prazo, indicando a direção de qualquer pressão no rating.

Clique no seguinte link para obter a íntegra da lista dos ratings de crédito afetados. Esta lista é parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_182341.

Clique neste link para obter a nova metodologia da Moody's para Bancos:

http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PR_320662.

FATORES ANALÍTICOS ESPECÍFICOS RELATIVOS AOS 12 BANCOS BRASILEIROS

AFIRMAÇÃO DOS BCAs DOS BANCOS

BANCO SAFRA (SAFRA)

A afirmação do BCA baa2 do Safra reflete sua franquia bem estabelecida como banco financiador de empresas de médio e grande portes, assim como suas políticas financeiras estáveis, que são apoiadas por uma gestão conservadora de risco. O banco reporta indicadores adequados de qualidade dos ativos e rentabilidade consistente ao longo dos ciclos econômicos, uma indicação de sua posição de liquidez robusta e flexibilidade financeira decorrente da carteira de crédito predominantemente de curto prazo e garantida, e de seu acesso a depósitos diversificados e estáveis de seus clientes. O Capital Tangível (TCE) do Safra ficou em 9,0% dos ativos ponderados por risco em dezembro de 2014, um indicador baixo em relação aos pares globais, de acordo com a nova metodologia da Moody's. Contudo, a receita recorrente consistente do banco e o compromisso dos acionistas controladores mostraram-se adequados para sustentar a estratégia do banco ao longo do tempo.

A Moody's também afirmou os ratings de depósito, de dívida sênior não garantida em Baa2 e de subordinada em Baa3 do Safra e manteve a perspectiva negativa para estes ratings, o que está em linha com a perspectiva negativa do rating Baa2 dos títulos soberanos do Brasil. Os ratings de depósito na escala nacional brasileira Aaa.br e BR-1 para longo e curto prazos, respectivamente, também foram afirmados.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Não esperamos pressões de elevação nos ratings neste momento. Em oposição, os ratings do Safra poderiam sofrer pressão com tendência de baixa devido ao rebaixamento do rating dos títulos soberanos ou a uma expansão agressiva dos negócios do banco à custa de seu capital e qualidade dos ativos. A magnitude e a qualidade das operações de concessão de crédito do Safra também devem ser consideradas na avaliação da evolução futura da força financeira intrínseca do banco.

BANCO ABC BRASIL (BAB)

A Moody's afirmou o BCA do BAB em baa3, uma indicação do desempenho financeiro consistente que deriva das operações tradicionais de financiamento do banco para corporações e pequenas e medias empresas (PMEs). O controle do risco de crédito do banco é disciplinado, com elevado grau de colaterização, levando a índices de inadimplência que são consistentemente baixos, em comparação aos pares locais. Em oposição, a combinação de captação intrinsecamente de atacado do banco é um determinante negativo do crédito para o BCA, junto com uma pontuação de capital de ba2. No entanto, o banco tem uma estrutura de captação diversificada e uma carteira de crédito que é de curto prazo, o que mitiga os níveis de sensibilidade em relação à confiança dos investidores institucionais. De acordo com as medidas globais da Moody's, a capitalização é baixa em 9%, mas a estratégia conservadora de crescimento do BAB reduz a pressão de capital nos próximos trimestres.

A Moody's também afirmou os ratings de depósito e de dívida sênior com suporte Baa3 do BAB que derivam diretamente de seu BCA de baa3. Embora reconheçamos a elevada probabilidade do suporte que poderia ser fornecido por seu controlador, Arab Banking Corporation (ABC, Ba1 positiva, BCA ba2), se necessário, os ratings do BAB são atualmente mais elevados do que os de seu controlador. O rating de dívida subordinada Ba1 e os ratings de depósito na escala nacional brasileira de Aa1.br para o longo prazo e BR-1 para o curto prazo também foram afirmados. Todos os ratings têm perspectiva estável.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

O BCA intrínseco de baa3 poderia sofrer pressão de elevação pela ocorrência de melhora significativa e sustentável na rentabilidade em relação aos pares. Por outro lado, o rating poderia ser afetado negativamente se a liquidez do banco ou acesso à captação for impactada por instabilidade no nível do banco controlador, que pudesse comprometer a sustentabilidade de seu modelo de negócios. Em adição, uma deterioração considerável nos fundamentos de crédito do banco e/ou um perfil de risco alterado poderiam ter implicações negativas para o rating, particularmente se um aumento da concorrência afetar a precificação de risco de determinadas classes de ativos. Os ratings também poderiam ser pressionados pela incapacidade para manter adequação de capital em níveis confortáveis.

BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (BANRISUL)

Ao afirmar o BCA baa3 do Banrisul, a Moody's reconhece a franquia bancária de varejo estabelecida do banco, com amplo alcance em depósitos de clientes e financiamentos no Estado do Rio Grande do Sul; este segmento de negócio dá suporte à captação de baixo custo do banco, estrutura de liquidez estável e perene geração interna de capital. O perfil do risco dos ativos do Banrisul incorpora os riscos relativos à concentração geográfica e ao fraco desempenho de sua carteira de crédito para PMEs, o que respondeu por 27,5% do crédito total em março de 2015. A carteira de crédito para PMEs tem sido fortelmente afetada pela fraca atividade econômica. O desempenho do banco foi impactado pela elevada expansão dos custos e originação de crédito mais baixa, no entanto, a sua rentabilidade deve melhorar nos próximos anos devido aos esforços para fortalecer negócios baseados nas receitas de tarifas, à medida que o banco se reestruturar para reforçar eficiência em suas operações de seguro e de cartão de crédito.

Embora na visão da Moody's, o Banrisul poderia ser elegível para receber suporte do governo regional, o Estado do Rio Grande do Sul (sem rating), os seus ratings de depósito não garantida na escala global em moeda local com suporte não incorporam qualquer elevação de suporte do governo, e o Baa3 é uma equivalência direta do BCA. Os depósitos em moedas local e estrangeira, assim como os ratings da dívida subordinada e os ratings na escala nacional brasileira atribuídos ao Banrisul também foram afirmados. Todos os ratings têm perspectiva estável.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressões de alta poderiam vir da capacidade comprovada do banco para resistir ao avanço da concorrência, enquanto sustenta seus indicadores de rentabilidade e de capital, assim como os padrões de qualidade dos ativos. O sucesso na expansão das operações fora do Estado do Rio Grande do Sul poderia ser positivo para a rentabilidade e para os ratings. Em oposição, os ratings poderiam sofrer pressão negativa devido a deterioração de rentabilidade, em decorrência do aumento da concorrência em seus principais mercados, assim como a uma incapacidade para expandir operações além das fronteiras do Estado. Os lucros também poderiam ser reduzidos por um potencial enfraquecimento da atividade agrícola na região, diante da grande exposição do Banrisul ao segmento.

BANCO PINE (PINE)

Moody's afirmou o BCA de ba3 atribuído ao Pine, o que reflete a rentabilidade que permaneceu desafiada por volumes menores de negócios e custos de crédito elevados, à medida que o banco ajusta suas reservas em face a exposições amplas a setores econômicos altamente vulneráveis às atuais condições econômicas fracas. A geração limitada de receita é contrabalançada por capitalização adequada, embora a capacidade do banco para recompor capital tenha sido reduzida nos trimestres recentes. Todos os outros ratings, incluindo ratings de depósito na escala global em moedas local e estrangeira Ba3, assim como os ratings da dívida sênior não garantida e dívida subordinada em moeda estrangeira de Ba3 e B1, respectivamente, foram afirmados. Os ratings de longo e curto prazos na escala nacional brasileira A3.br e BR-2 também foram afirmados. A perspectiva para estes ratings permaneceu negativa, conforme anunciado em 10 de abril de 2015.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Neste cenário, a Moody's antecipa pressão limitada de alta nos ratings do Pine, em decorrência da perspectiva negativa deles. Em oposição, a Moody's observa que os ratings poderiam enfrentar pressão de baixa se potenciais perdas de crédito se o default de um único grande tomador prejudicar a posição de capital do banco. A rentabilidade poderia ser afetada pela criação de provisões adicionais para absorver perdas, o que também poderia ser negativo aos ratings. O ambiente econômico fraco também exerce pressão negativa sobre a rentabilidade, uma vez que reduz a capacidade do banco para gerar receita recorrente.

BANCO BMG (BMG)

A afirmação do BCA b1 do BMG reflete desafios importantes predominantemente aos fundamentos de qualidade dos ativos, rentabilidade futura e capacidade para recompor capital. Após a venda de sua principal plataforma de negócios para o Banco Itaú BMG Consignado S.A. (sem rating), em troca de uma participação de 40% nesta joint venture com o Itaú Unibanco S.A. (Baa2 negativa, BCA baa2), o BMG enfrenta a missão de reposicionar sua franquia em meio à fraca atividade econômica, apesar de sinais inicias de melhora da eficiência operacional.

Neste momento, a Moody's afirmou todos os ratings atribuídos ao BMG, incluindo ratings de depósito de longo e curto prazos na escala global em moedas local e estrangeira de B1 e Not Prime, respectivamente; os ratings da dívida sênior não garantida B1 e os ratings da dívida subordinada B2, assim como os ratings de depósito na escala nacional brasileira de Baa3.br e BR-3, no longo e curto prazos, respectivamente. Ao mesmo tempo, a Moody's afirmou o rating da dívida subordinada de B2 atribuído às notas de Nível 2, com vencimento em 2016, emitidas pelo Banco de Crédito e Varejo S.A. (antigo Banco Schahin), e lastreadas pelo BMG. Todos os ratings têm perspectiva estável.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressão positiva nos ratings do BMG poderia ocorrer se o banco demonstrar capacidade para manter rentabilidade, à medida que reposiciona sua franquia, portanto gerando capital de maneira orgânica para dar suporte à expansão dos negócios. Redução adicional significativa dos riscos colocados pela reestruturação geral do banco também poderia conduzir a um BCA mais elevado. A Moody's não vê qualquer pressão negativa no rating no momento.

BANCO BONSUCESSO (BONSUCESSO)

A afirmação do BCA do Bonsucesso em b2 reflete o processo em desenvolvimento do reposicionamento da franquia e riscos associados a um modelo de negócios em transição em um momento de atividade econômica fraca e risco de crédito elevado. Isso se segue à venda de sua principal carteira para uma joint venture (JV) criada pelo Banco Santander (Brasil) S.A. (Baa2 negativa, BCA baa2) que irá focar na originação de crédito consignado e cartões de crédito consignados. Embora a capitalização do banco seja elevada, exposições recentes ao financiamento de PME tiveram um impacto negativo na qualidade dos ativos, o que tem melhorado levemente nos trimestres recentes. Contudo, a geração de receita recorrente permanece fraca, o que limita o perfil financeiro do Bonsucesso. Todos os outros ratings atribuídos ao Bonsucesso também foram afirmados, incluindo o rating de depósito em moedas local e estrangeira B2 e o rating da dívida subordinada em moeda estrangeira de B3. A Moody's também afirmou os ratings de longo e curto prazos na escala nacional brasileira Ba1.br e BR-4 long. Os ratings têm uma perspectiva estável.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressão positiva nos ratings do Bonsucesso poderia resultar de melhora consistente na rentabilidade do banco. A transferência dos negócios de consignado para a JV conduz a um banco com uma estrutura mais enxuta e capitalização e liquidez boas, mas também reduz sua capacidade para gerar receitas. Por outro lado, os ratings poderiam ser afetados negativamente pelos riscos de transição associados com a mudança do foco do banco para um mercado mais competitivo. O Bonsucesso precisa desenvolver linhas de negócios durante um período de atividade econômica lenta, o quer poderia prejudicar margens e a qualidade dos ativos.

REDUZIDOS BCAs DE DOIS BANCOS

BANCO CITIBANK (CITI BRASIL)

O rebaixamento do BCA do Citi Brasil para baa3, de baa2, reflete a capitalização mais baixa do banco. Observamos, no entanto, que a capitalização do Citibank permanece em níveis fortes, com o risco do TCE sobre ativos ponderados pelo risco (AMPR) de 11,4% em dezembro de 2014. O BCA do banco também recebe suporte de um sólido risco dos ativos, em decorrência de performance histórica favorável em seu principal mercado e elevado índice de cobertura. Provisões não recorrentes elevadas e ganhos de negociação mais baixos impactaram negativamente a rentabilidade no exercício de 2014. O Citi Brasil manteve historicamente um amplo volume de recursos líquidos, enquanto também depende de uma base estável de depósitos, que tem amplo suporte derivado dos clientes do banco corporativo, varejo e private banking.

Ao mesmo tempo, a Moody's afirmou o rating de depósito Baa2 do Citi Brasil, o que incorpora elevação de um nível em relação ao seu BCA baa3 com base em nossa avaliação de probabilidade moderada de suporte de seu controlador, Citibank N.A (A1 em estável, BCA baa2), em decorrência de seu controle integral, mesmo nome de marca e integração dos negócios. A perspectiva negativa de seus ratings segue a perspectiva negativa do soberano.

O PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Há pressão de alta limitada no BCA do Citibank. Melhora em sua rentabilidade e capitalização mais elevada poderia ser positiva. Pressões com tendência declinante no BCA estão ligadas à redução da rentabilidade e deterioração dos riscos dos ativos. Ao mesmo tempo, o rating de depósito do Citi-Brasil provavelmente não será elevado, pois está posicionado no mesmo nível do rating soberano, que carrega uma perspectiva negativa. A principal pressão de declínio no rating de depósito do Citi-Brazil poderia vir de um rebaixamento do rating soberano.

BANCO INDUSTRIAL E COMERCIAL (BICBANCO)

A redução do BCA do BICBANCO para ba3, de ba2, reflete as perdas líquidas atuais que reportou nos últimos quatro trimestres e os desafios à recuperação do desempenho, uma vez que o risco dos ativos continua tendo deterioração adicional, conforme indica o aumento significativo dos empréstimos inadimplentes no início de 2015. Em consequência, o indicador TCE sobre AMPR do banco caiu para 5,6% no 1T15. O BICBANCO deve continuar enfrentando adversidades enquanto busca melhorar seus indicadores financeiros, pois o encolhimento do balanço patrimonial afeta diretamente sua geração de receita e as provisões para perda de crédito estão aumentando. Contudo, observamos que a melhora do custo de captação, após a alteração na participação acionária não está totalmente refletida em sua margem líquida de intermediação financeira. Ao mesmo tempo, um nível forte de ativos líquidos dá suporte ao perfil financeiro do banco, assim como ocorre com o acesso fortalecido ao mercado que foi promovido por seu acionista, China Construction Bank (CCB, A1 estável, BCA baa2).

A Moody's também afirmou os ratings de depósito e da dívida sênior Baa3 do BICBANCO, que se beneficia de uma elevação de três níveis em relação ao BCA ba3. A Moody's considera uma probabilidade muito elevada de suporte de seu controlador CCB, com base em sua participação majoritária e na posição estratégica da subsidiária, diante de importantes laços comerciais entre Brasil e China. Os ratings permanecem com perspectiva estável.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressões de elevação no BCA do BICBANCO poderiam estar relacionadas à melhora clara no risco dos ativos, com suporte de forte melhora dos padrões de risco de crédito e redução significativa dos créditos em atraso, melhora consistente em sua rentabilidade e aumento da capitalização. Pressões com tendência declinante no BCA poderiam ser determinadas pela deterioração do risco dos ativos, incapacidade para alcançar equilíbrio da rentabilidade e deterioração adicional do capital. Também uma pressão de elevação/rebaixamento nos ratings de depósito e da dívida do BICBANCO poderia ser determinada principalmente por um rebaixamento/elevação do BCA baa2 do CCB.

BANCO BTG PACTUAL, BANCO PAN E BANCO FIBRA: PERSPECTIVA DOS RATINGS ALTERADA PARA NEGATIVA, DE ESTÁVEL

BANCO BTG PACTUAL (BTG)

A Moody's afirmou o BCA baa3 do BTG, que tem suporte de rentabilidade forte e liquidez apropriada, enquanto é pressionado negativamente pelo risco dos ativos e capitalização em declínio. O BTG tem mantido níveis elevados de rentabilidade, apesar das condições adversas em seus principais mercados de operação. Em termos de liquidez, o banco é intrinsecamente dependente de recursos de mercado, um risco que está mitigado, contudo, por um amplo montante de recursos líquidos. O risco dos ativos é afetado pela ampla posição em risco de mercado carregada em seu balanço patrimonial e pela ampla magnitude de risco de crédito não associado a financiamentos, consideravelmente derivado de investimentos em operações de 'merchant banking'. Observamos, no entanto, histórico adequado em risco de mercado e desempenho favorável de seus investimentos fora do segmento de serviços financeiros.

Os ratings de depósito e da dívida sênior não garantida Baa3 também foram afirmados, em linha com o BCA baa3. A Moody's alterou a perspectiva dos ratings para negativa, de estável, refletindo a posição de capital declinante, principalmente do crescimento acelerado dos ativos ponderados pelo risco. A perspectiva negativa também leva em consideração os riscos associados com a capacidade do banco para continuar gerando resultados que ofereçam suporte à geração interna de capital, em um ambiente com desafios significativos. Também levamos em consideração o aumento esperado no consumo de capital a partir da incorporação em andamento do BSI, embora qualquer consumo de capital provavelmente deva ser parcialmente compensado por um perfil mais forte de risco dos ativos do BSI. Ao mesmo tempo, observamos que uma grande parte dos requerimentos de capital do BTG deriva de risco de mercado e, portanto, oferece à administração a alternativa de reduzir a tomada de risco e melhorar a capitalização. Também os ganhos extraordinários recentes da Rede D'or devem fortalecer sua posição de capital.

A Moody's também rebaixou o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira para Aa1.br, de Aaa.br, e afirmou o rating de depósito de curto prazo na escala nacional brasileira de BR-1.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressão de alta nos ratings poderia vir de fortalecimento do índice de capital e dependência mais baixa a recursos de mercado.

BANCO PAN (PAN)

A Moody's afirmou o BCA b1 do Pan, que tem suporte da melhora do risco dos ativos e da liquidez, enquanto é afetado negativamente pela fraca rentabilidade e baixa capitalização. O aumento da originação de crédito de baixo risco sob políticas rígidas de subscrição está conduzindo a uma melhora sustentada no risco dos ativos, embora o índice de inadimplência ainda seja prejudicado por limitada diversificação de produtos e uma qualidade mais baixa da carteira existente. A Moody's reconhece que seu perfil de risco de crédito está vulnerável à economia fraca atual, notadamente pelas condições no mercado de trabalho. Sob a abordagem da Moody's, que exclui intangíveis e um montante significativo de ativos fiscais diferidos, a capitalização está baixa, com o indicador TCE sobre AMPR em 5,7%. Ao mesmo tempo, observamos que o Pan mostra fortes recursos líquidos, que são lastreados por compromissos consideráveis de capitalização de seus acionistas, Caixa Econômica Federal (Baa2 negativa, BCA ba2) e Banco BTG Pactual (Baa3 negativa, BCA baa3), o que também favorece a estrutura a termo dos recursos captados.

Os ratings de depósito e da dívida sênior não garantida Ba2 atribuídos ao Pan também foram afirmados. Os ratings com suporte se beneficiam de dois níveis de elevação do BCA b1, incorporando a avaliação da Moody's de elevada probabilidade de suporte de seu acionista controlador BTG Pactual e Caixa. A Moody's alterou a perspectiva para seus ratings para negativa, de estável, após a alteração na perspectiva dos ratings do BTG Pactual para negativa.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

Pressões de alta no BCA do Pan poderiam vir de melhora consistente da rentabilidade, fortalecimento em andamento do risco dos ativos e estabilização do índice de capital. Pressões de baixa no BCA poderiam vir de deterioração do risco dos ativos, enfraquecimento da posição de capital e atuais perdas líquidas.

Os ratings de depósito e dívida do Pan provavelmente não vão ser elevados, pois os ratings de seus acionistas têm atualmente uma perspectiva negativa. Uma pressão de baixa nos ratings de depósito e da dívida sênior do Pan poderia ser ocasionada por um rebaixamento dos ratings de seus principais acionistas.

BANCO FIBRA (FIBRA)

A Moody's afirmou o BCA b1 do Banco Fibra, o que reflete o fato de que o risco dos ativos continua a ser prejudicado pelo montante ainda elevado de crédito em atraso, diante da liquidação de empréstimos existentes nas operações de financiamento ao consumidor. Também, perdas líquidas recorrentes afetam o perfil financeiro do banco, uma vez que conduzem à manutenção de níveis mais baixos de capital. Ao mesmo tempo, fortes recursos líquidos dão suporte ao banco e mitigam sua dependência intrínseca em relação a recursos de mercado.

Os ratings de depósito e da dívida sênior não garantida B1 também foram afirmados, em linha com seu BCA. A perspectiva dos seus ratings foi alterada para negativa, refletindo nossa expectativa de que o banco pode levar mais tempo do que o esperado para alcançar resultados positivos, uma vez que o ambiente econômico desfavorável cria barreiras à originação de novos ativos com perfis adequados de risco, enquanto também pressionam o custo do crédito da carteira de crédito existente. Neste contexto, esperamos que o banco ainda dependa de injeções de capital de seu acionista para manter os índices de capital, que já estão posicionados em níveis reduzidos, de acordo com as medidas da Moody's.

A Moody's também rebaixou o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira para Baa2.br, de Baa1.br, e afirmou o rating de depósito de curto prazo na escala nacional brasileira de BR-2.

REBAIXAMENTO DOS RATINGS E DO BCA

BANCO MERCANTIL DO BRASIL (BMB)

Ao reduzir o BCA do BMB para b2, de b1, a Moody's observa um enfraquecimento do desempenho nos últimos trimestres, em particular seus níveis baixos de capitalização medidos pelo índice TCE sobre AMPR da Moody's. Os recentes resultados do banco também continuam a mostrar perfil elevado de risco dos ativos e fraca rentabilidade. A elevação no índice de inadimplência reflete a fraca qualidade da carteira de crédito de PME do banco, que tem ficado altamente vulnerável à desaceleração da atividade econômica nos últimos anos, resultando em aumento dos custos de crédito, o que conduziu a perdas, prejudicando a capitalização em 2014. O principal determinante positivo do BCA b2 é o alcance de varejo regional do BMB que oferece suporte à sua boa captação, o que se comparava favoravelmente em relação a outros bancos classificados em b no Brasil. Todos os ratings permanecem com perspectiva negativa para refletir as condições desafiadoras de mercado e atividade comercial lenta. Na mesma data, a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo na escala global em moedas local e estrangeira do BMB para B2, de B1, o rating da dívida sênior não garantida para B2, de B1, o rating da dívida subordinada para B3, de B2, e os ratings de depósito na escala nacional brasileira para Ba2.br e BR-4, de Baa3.br e BR-3, nos longo e curto prazos, respectivamente. Os ratings de depósito de curto prazo em moedas local e estrangeira foram afirmados.

O QUE PODERIA ALTERAR OS RATINGS

A Moody's observou que todos os ratings têm uma perspectiva negativa; portanto, uma elevação do rating é altamente improvável neste momento. Contudo, os ratings poderiam ir para baixo como resultado de divulgação adicional de gastos elevados com provisão e contínua redução de reserva de capital. Incapacidade para melhorar a qualidade da carteira de crédito também poderia resultar em rebaixamento adicional do rating. Pressão negativa nos ratings também poderiam derivar de uma incapacidade prolongada no acesso à captação de baixo custo, se isso impactar os indicadores de rentabilidade.

ATRIBUINDO AVALIAÇÃO DE RISCO DE CONTRAPARTE

Como parte da ação de hoje, a Moody's atribuiu uma Avaliação de Risco de Contraparte (Avaliação de RC) para 12 bancos e suas agências. Avaliação de RC são opiniões sobre como as obrigações de contraparte provavelmente serão tratadas em caso de colapso do banco e são distintos dos ratings de dívida e de depósito na medida em que (1) consideram apenas o risco de default ao invés de perda esperada e (2) se aplicam a compromissos contratuais de obrigações de contraparte e não a instrumentos de dívida ou depósito. A Avaliação de RC é uma opinião de risco de contraparte relacionado a "covered bonds" bancários, obrigações contratuais de performance ("servicing"), derivativos (por exemplo, "swaps"), letras de crédito, garantias e linhas de liquidez.

Para esses 12 bancos brasileiros, a Avaliação de RC não incorpora suporte do governo, em linha com nossa premissa para os ratings de depósito e de dívida sênior sem garantia. Isso reflete nossa visão de que atividades operacionais e obrigações refletidas na Avaliação de RC não devem se beneficiar de suporte das autoridades de resolução para depósito e dívida sênior sem garantia.

A Avaliação de RC estão um nível acima dos respectivos Perfil de Risco de Crédito Individual Ajustado ("Adjusted BCA") e portanto acima dos ratings de depósito e de dívida sênior sem garantia, refletindo a visão da Moody's de que a probabilidade de default é mais baixa do que aquela dos depósitos e das dívidas seniores sem garantia. A Moody's acredita que as obrigações seniores representadas pela Avaliação de RC têm maior probabilidade de serem preservadas para limitar contágio, minimizar perdas e evitar ruptura das funções críticas.

METODOLOGIA UTILIZADA E ÚLTIMAS AÇÕES DE RATINGS

A principal metodologia utilizada nestas ações de rating foi Bancos ("Banks"), publicada em março de 2015. Consulte a página de Política de Crédito do www.moodys.com para uma cópia desta metodologia.

Os ratings em escala nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em junho de 2014 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

ÚLTIMAS AÇÕES DE RATING

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Safra S.A. (Safra) em 13 de novembro de 2014, quando a agência atribuiu rating de dívida sênior não garantida em moeda estrangeira de Baa2 para a emissão de 100 milhões de francos suíços com vencimento em 2019 do Banco Safra S.A., agência de Cayman Islands. Todos os demais ratings permaneceram inalterados. A perspectiva para os ratings é negativa.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Citibank S.A. (Citi-Brasil) em 9 de setembro de 2014, quando a agência de rating mudou para negativa, de estável, a perspectiva do rating de depósito de longo prazo em moeda estrangeira de Baa2 do Citi-Brasil. O rating de depósito de curto prazo em moeda estrangeira e o perfil de risco de crédito individual de baa2 permaneceram inalterados. A ação ocorreu após a mudança na perspectiva para negativa, de estável, para os ratings dos títulos do governo do Brasil.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco BTG Pactual S.A. (BTG Pactual) em 18 de julho 2014, quando a agência de rating afirmou todos os ratings atribuídos ao BTG Pactual, incluindo os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e moeda estrangeira de Baa3, assim como o rating de depósito em escala nacional de Aaa.br. Os ratings de curto prazo permaneceram inalterados. A perspectiva para todos os ratings permaneceu estável. A afirmação dos ratings do BTG Pactual's ocorreu após o anúncio de que o banco tinha realizado um acordo vinculante para adquirir 100% das ações do BSI Group SA (sem rating), incluindo o banco suíço BSI AG em 14 de julho de 2014.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco ABC Brasil S.A. (BAB) em 21 de março de 2013, quando a agência de rating atribuiu ao BAB ratings de dívida em moeda estrangeira de (P)Baa3 e (P)Prime-3, longo e curto prazo, respectivamente, no programa de "Medium Term Notes" de 3 bilhões de dólares e um rating de dívida sênior não garantida em moeda estrangeira de Baa3 às emissões com vencimento em 2016 com denominação em reais e liquidação em dólares. Todos os demais ratings permaneceram inalterados. A perspectiva para todos os ratings permaneceu estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul) em 19 de janeiro de 2012, quando a agência de rating atribuiu um rating de dívida de longo prazo em moeda estrangeira de Ba1 para as emissões "plain vanilla" subordinadas sem garantia com vencimento em 2022. Todos os demais ratings permaneceram inalterados com perspectiva estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Industrial e Comercial S.A. (BICBANCO) em 1 de dezembro de 2014, quando a agência de rating reduziu seu perfil de risco de crédito individual (BCA) para ba2 de ba1. Ao mesmo tempo, Moody's elevou os ratings de depósito de longo prazo em moedas local e estrangeira para Baa3 de Ba1; os ratings de depósito de curto prazo em moedas local e estrangeira para Prime-3 de Not Prime; o rating de dívida sênior sem garantia de longo prazo em moeda estrangeira para Baa3 de Ba1; o rating de rating de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira para Ba1 de Ba2; e o rating de depósito de longo prazo em escala nacional do Brasil para Aa1.br de Aa2.br. A Moody's também afirmou o rating de depósito de curto prazo em escala nacional do Brasil para BR-1. A perspectiva para todos esses ratings mudou para estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Pan S.A. (Pan) em 18 de agosto de 2014, quando a agência de rating afirmou o perfil de risco de crédito individual (BCA) do Pan em b1; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira em Ba2 e Not Prime, longo e curto prazo, respectivamente; o rating de dívida sênior sem garantia de longo prazo em moeda estrangeira em Ba2; o rating de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira em Ba3; assim como os ratings de depósito em escala nacional do Brasil de longo e curto prazos em A1.br e BR-1, respectivamente. A perspectiva para todos os ratings continuou estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Pine S.A. (Pine) em 10 de abril de 2015, quando a agência de rating rebaixou seus ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira e o rating de dívida sênior não garantida de longo prazo em moeda estrangeira para Ba3 de Ba2, assim como seu rating de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira para B1 de Ba3. Os ratings de depósito de longo e curto prazos em escala nacional do Brasil do Pine também foram rebaixados para A3.br e BR-2, de A1.br e BR-1, respectivamente. Os rebaixamentos foram motivados pela decisão de diminuir o perfil de risco de crédito individual (BCA) do Pine para ba3, de ba2. Os ratings de depósito de curto prazo em moeda local e estrangeira não foram afetados por essa ação de rating. A perspectiva para os ratings de longo prazo é negativa.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco BMG S.A. (BMG) em 5 de maio de 2014, quando a agência de rating afirmou seus ratings de depósito de longo e curto prazos em moeda local e estrangeira em B1/Not Prime, assim como seus ratings de dívida sênior sem garantia e de dívida subordinada em moeda estrangeira em B1 e B2, respectivamente, além dos ratings de depósito de longo e curto prazos em escala nacional do Brasil em Baa3.br e BR-3, respectivamente. A perspectiva para todos estes ratings mudou para estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Mercantil do Brasil S.A. (BMB) em 3 de julho de 2014, quando a agência de rating diminuiu seu perfil de risco de crédito individual (BCA) para b1, de ba2; rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira para B1, de Ba2; assim como o rating de dívida sênior sem garantia em moeda estrangeira para B1, de Ba2, o rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para B2, de Ba3, e o rating de depósito de longo e curto prazos na escala nacional do Brasil para Baa3.br e BR-3, de Aa3.br e BR-1, respectivamente. Os ratings de depósito de curto prazo em moeda local e em moeda estrangeira em Not Prime não foram afetados. A perspectiva para estes ratings mudou para negativa, de estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Fibra S.A. (Fibra) em 29 de outubro de 2013, quando a agência de rating diminuiu seu perfil de risco de crédito individual para b1, de ba3 e rebaixou seus ratings de depósito de longo prazo em moeda local e em moeda estrangeira para B1, de Ba3. Ao mesmo tempo, a Moody's também rebaixou seus ratings de depósito de longo prazo em escala nacional para Baa1.br, de A2.br. Os ratings de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira diminuiu para B2, de B1. Permaneceram inalterados os ratings de curto prazo em moeda local e em moeda estrangeira de Not Prime e os ratings de depósito em escala nacional. A perspectiva para todos os ratings permaneceu estável.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Bonsucesso S.A. (Bonsucesso) em 6 de agosto de 2014, quando a agência de rating afirmou seu perfil de risco de crédito individual (BCA) em b2, assim como seus ratings de depósito em moeda local e em moeda estrangeira em B2 e Not Prime, longo e curto prazo, respectivamente; o rating de dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira em B3, e os ratings de depósito na escala nacional do Brasil em Ba1.br e BR-4, longo e curto prazo, respectivamente. Ao mesmo tempo, a Moody's mudou a perspectiva para os ratings de depósito e dívida do Bonsucesso para estável de negativa.

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

A informação a seguir complementa a Divulgação 10 ("Informações Relativas a Conflitos de Interesses, conforme exigido pelo parágrafo (a)(1)(ii)(J) da regulamentação SEC 17g-7") das divulgações regulatórias realizadas na aba de ratings na página do emissor/entidade em www.moodys.com.br para cada rating de crédito:

Para identificação de quais ratings de crédito têm pagadores que pagaram ou não a Moody's por serviços diferentes de rating de crédito no mais recente ano fiscal encerrado, consulte a lista detalhada no link a seguir: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_182341. Esta lista é parte integrante deste comunicado de imprensa.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a aba de ratings na página do emissor em www.moodys.com, para acessar cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre o analista líder e sobre a entidade legal da Moody's que atribuiu os ratings.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

Ceres Lisboa
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Moody's efetua ações de rating para 12 bancos brasileiros e atribui avaliações de CR
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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.