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Rating Action:

Moody's efetua ações de ratings para nove bancos brasileiros

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11 May 2015

Ações seguem-se à conclusão da revisão

NOTA: Em 26 de maio de 2015, o comunicado de imprensa foi corrigido conforme o seguinte: Quinto parágrafo alterado para o seguinte: “Clique no link a seguir para obter a íntegra da lista dos ratings de crédito afetados. Esta lista é parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_181085.“ Segue comunicado revisado.

New York, May 11, 2015 -- A Moody's Investors Service rebaixou hoje em um nível os ratings de depósito de longo prazo em moeda local de cinco bancos brasileiros, incluindo Banco Bradesco S.A., Itaú Unibanco S.A., Banco Itaú BBA S.A., HSBC Bank Brasil -- Banco Múltiplo S.A. e Banco Votorantim S.A., e elevou em um nível o rating de depósito de longo prazo em moeda local do Banco BBM S.A., seguindo a conclusão da revisão iniciada pela agência de rating, em 17 de março de 2015, desencadeada pela publicação da nova metodologia de Bancos (consulte "Bancos", publicada em 16 de março de 2015).

Ao mesmo tempo, a Moody's reduziu seus perfis de risco de crédito individual (BCAs) de seis bancos e elevou os BCAs de três bancos para refletir a implementação da nova metodologia de bancos. A Moody's também atribuiu, onde apropriado, uma avaliação de risco de contraparte (CR).

No geral, as alterações dos ratings não refletem nem uma melhora nem uma deterioração nos fundamentos de crédito dos emissores afetados. Em vez disso, as alterações são uma consequência da implementação de nossa nova metodologia de bancos, que destacou estes emissores como sendo discrepantes positivos ou negativos em seus níveis anteriores de ratings. A Moody's considera que estes emissores estão posicionados de forma mais apropriada nos atuais níveis revisados de ratings.

A Moody's retirou as perspectivas de todos os ratings dos instrumentos subordinados cobertos neste comunicado de imprensa. A agência retirou estas perspectivas por razões comerciais próprias. Consulte a Política de Retirada de Rating de Crédito da Moody's Investors Service, disponível no seu website, www.moodys.com. As perspectivas agora são atribuídas somente aos ratings de depósito e dívida sênior de longo prazo, indicando a direção de quaisquer pressões nos ratings.

Clique no link a seguir para obter a íntegra da lista dos ratings de crédito afetados. Esta lista é parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_181085

Consulte este link para obter a nova metodologia da Moody's para bancos: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PR_320662.

FUNDAMENTOS DOS RATINGS

CONCLUSÃO DA REVISÃO

A conclusão das revisões segue-se à publicação pela Moody's de sua metodologia atualizada para ratings de bancos. A metodologia revisada, "Bancos", contém novos aspectos que a Moody's concebeu com objetivo de ajudar a prever colapsos bancários de maneira precisa e a determinar como cada classe de credor provavelmente será tratada quando um banco for liquidado e entrar em resolução. Os novos aspectos capturam entendimentos obtidos da crise e da mudança fundamental na indústria bancária e sua regulação.

RATINGS DO BANCO BRADESCO E DO ITAÚ UNIBANCO REBAIXADOS; PERSPECTIVA NEGATIVA PARA REFLETIR LIMITAÇÃO SOBERANA

Os rebaixamentos dos ratings de depósito na escala global e de dívida sênior não garantida do Banco Bradesco S.A. (Bradesco), Itaú Unibanco S.A. (Itaú Unibanco) e Banco Itaú BBA S.A. (Itaú BBA), para Baa2, de Baa1, seguiram a redução de seus BCAs para níveis equivalentes. Apesar do rebaixamento dos ratings dos bancos na escala global, seus ratings de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira foram afirmados em Aaa.br.

As alterações consideraram predominantemente os níveis de capitalização ajustados dos bancos, os quais se comparam desfavoravelmente com os pares globais, apesar dos índices de capital reportados, que estão consideravelmente mais fortes, fornecerem reservas consideráveis em relação aos requerimentos regulatórios mínimos no Brasil. O índice da Moody's de Capital Tangível sobre Ativos Ponderados Por Risco são destinados a fornecer uma medida consistente globalmente da capitalização e, portanto, fortalecem a comparabilidade dos bancos operando sob regimes regulatórios diferentes. Nosso indicador, que tem um peso importante em nossa metodologia, reflete com fidelidade as diretrizes de Basileia III e, em diversos aspectos, é mais rígido do que o padrão brasileiro atual.

Embora as pontuações relativas a capital sejam baixas por esta medida, reconhecemos a capacidade consistente de recomposição de capital destes bancos por meio da geração interna de receitas recorrentes, o que é favorecido pelo elevado grau de diversificação de receitas, suas posições dominantes de mercado como os dois maiores bancos do setor privado no país e forte gestão de risco. Os bancos também mostram baixo risco de ativos, baseado em níveis moderados de empréstimos inadimplentes e colchões de reserva conservadores que deveriam ajudar a proteger suas posições de capital de qualquer deterioração inesperada na qualidade dos ativos. Os ratings também recebem suporte dos fortes perfis de liquidez dos bancos, caracterizados por recursos líquidos amplos, grande base de depósitos de clientes e acesso bem estabelecido aos mercados.

As perspectivas negativas para os ratings globais destes bancos estão alinhadas com a perspectiva negativa para o rating Baa2 dos títulos soberanos do governo brasileiro. Os dois bancos têm exposição direta elevada à idoneidade de crédito do país, por intermédio da quantidade considerável de títulos do governo que detêm. Em adição, suas carteiras de crédito estão fortemente expostas à economia brasileira. Apesar da presença crescente do Itaú Unibanco no restante da América Latina, e da importância das receitas não relacionadas a crédito destes dois bancos, o que reduz a volatilidade de receitas durante ambientes desafiadores quanto a risco, o Bradesco e o Itaú Unibanco ainda têm diversificação geográfica limitada. Estes laços limitam os BCAs dos bancos ao rating dos títulos soberanos. Portanto, um rebaixamento do soberano provavelmente resultaria também em um rebaixamento adicional dos ratings dos bancos.

O rebaixamento dos ratings de emissor em moeda local e ratings da dívida sênior não garantida da Itaú Unibanco Holding S.A. para Baa3, de Baa2, reflete a redução do BCA de suas subsidiárias para baa2. Os ratings da Itaú Unibanco Holding têm nível inferior ao BCA do Itaú Unibanco e Itaú BBA para refletir subordinação estrutural. Os títulos subordinados Nível 2 da empresa controladora permanecem em Baa3 para refletir nossa visão de que a severidade mais elevada da perda de um título subordinado está totalmente capturada por um ajuste de um nível para baixo em relação ao BCA das subsidiárias do banco.

RATINGS DO HSBC BRASIL E DO BANCO VOTORANTIM TAMBÉM REBAIXADOS; PERSPECTIVAS NEGATIVAS CONSIDERAM RISCOS DE DESEMPENHO

HSBC BRASIL

Ao reduzir o BCA sem suporte do HSBC Bank Brasil -- Banco Múltiplo S.A. (HSBC Brasil) para baa3, de baa2, a Moody's observa a fraca rentabilidade do banco, o seu nível baixo de capitalização ajustada, medida pelo indicador da Moody's de Capital Tangível sobre Ativos Ponderados Por Risco, e o volume grande de captação de mercado, a qual é utilizada principalmente para satisfazer os requisitos internos de liquidez do grupo. Depois de dois anos de declínio nos lucros e na participação de mercado, o banco reportou perdas líquidas em 2014. Conduzido principalmente por aumentos nas despesas com juros de depósitos, estas perdas enfraqueceram adicionalmente a já baixa capitalização do HSBC Brasil. Apesar destes desafios de crédito, o banco continua se beneficiando de um índice de inadimplência relativamente baixo, reservas substanciais para perda de crédito e um nível elevado de recursos líquidos.

A Moody's também reduziu em um nível o BCA Ajustado do HSBC Brasil para a2 e rebaixou o rating de depósito de longo prazo na escala global em moeda local para A2, o que incorpora quatro níveis de elevação com base em nossa avaliação de probabilidade muito elevada de suporte do seu controlador sediado no Reino Unido, HSBC Holdings plc (Aa3 revisão para rebaixamento). Os outros ratings do banco, incluindo seu rating de depósito na escala nacional Aaa.br, seus ratings de depósito e de dívida em moeda estrangeira e seus ratings de curto prazo foram afirmados.

A perspectiva negativa dos ratings do HSBC Brasil reflete o desafio significativo do banco para reverter perdas e expandir operações, particularmente no cenário de crescimento negativo que a Moody's antecipa para a economia do Brasil em 2015.

BANCO VOTORANTIM

A redução do BCA do Banco Votorantim (BV) para ba1, de baa3, reflete a fraca capitalização do banco, elevada dependência de captação de mercado, rentabilidade modesta e risco de ativos relativamente elevado, contrabalançado por um nível elevado de recursos líquidos. O índice de capital ajustado do BV é limitado por sua grande posição de créditos fiscais diferidos, que resultou em um indicador de índice de capital tangível sobre ativos ponderados por risco de apenas 3,8%, em dezembro de 2014. Contudo, a Moody's espera que o banco continue o processo de racionalização do crescimento de seu balanço patrimonial e mantenha a maioria de suas receitas, o que deve conduzir à melhoria gradual em sua capitalização.

O risco de ativos do BV é caracterizado por uma concentração no crédito para veículos, com um nível elevado mas declinante dos empréstimos inadimplentes, como resultado do fortalecimento dos padrões de subscrição que o banco tem aplicado ao longo dos últimos anos. Depois de registrar uma perda líquida em 2013, conduzida por elevadas provisões para perda de crédito, o banco alcançou uma recuperação significativa em sua rentabilidade em 2014, embora a receita permaneça baixa. Embora o perfil de captação do banco seja altamente dependente do segmento institucional e, consequentemente, esteja exposto ao risco de refinanciamento, os prazos dos ativos e passivos são bem alinhados e o banco recebe recursos significativos do Banco do Brasil, acionista de 50% do banco, que compra do BV as securitizações de crédito ao consumidor. Os amplos recursos líquidos do BV são complementados por uma linha de crédito de R$ 7,0 bilhões oferecida também pelo BB.

Como resultado da redução no BCA do BV, a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo na escala global e de dívida sênior do banco para Baa3, de Baa2, seus ratings de curto prazo para P-3, de P-2, e seu rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira para Aa1.br, de Aaa.br. O rating Baa3 incorpora um nível de elevação do BCA ba1 do banco, o que resultada da visão da Moody's sobre a probabilidade elevada de suporte do Banco do Brasil (BCA de baa3).

O BCA ba1 do BV incorpora nossa expectativa de que a rentabilidade deve continuar a se recuperar, o risco de ativos deve continuar declinando e a capitalização deve melhorar. A perspectiva negativa dos ratings do BV reflete o risco de que estas expectativas possam não ser cumpridas, como resultado do ambiente econômico fraco.

BCA DO BANCO DO BRASIL REDUZIDO, MAS RATINGS AFIRMADOS

A redução do BCA do Banco do Brasil (BB) para baa3, de baa2, reflete a posição de capital fraca do BB, apesar de sua forte estrutura de captação e perfil de risco de ativo, rentabilidade e liquidez robustos. Embora o índice de capital tangível do BB tenha ficado em apenas 7,0% dos ativos ponderados por risco em dezembro de 2014, a Moody's espera que o banco reduza seu ritmo de crescimento do crédito em 2015, o que deve reduzir a pressão sobre sua capitalização. O perfil de captação do BB é o principal ponto forte do banco, refletindo uma base de captação de depósitos pulverizada e financiamento de longo prazo estável de entidades relacionadas ao governo. O risco de ativos tem suporte de seu indicador de inadimplência historicamente baixo e índice de cobertura para perda de crédito relativamente elevado, mas limitados pela rápida expansão do banco nos últimos anos, em conjunto com exposição significativa ao setor agrícola -- embora a Moody's observe que esta indústria esteja experimentando atualmente um momento favorável. Com suporte de sua diversificação de receitas, com contribuições significativas de receitas de taxas de serviços e de seguro, a Moody's espera que a rentabilidade do banco se estabilize depois de diversos anos de declínios.

Apesar da alteração no BCA do BB, a Moody's afirmou os ratings de depósito e de dívida de longo prazo na escala global de Baa2 do banco e seu rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira de Aaa.br. Estes ratings se beneficiam de nossa expectativa de que o governo do Brasil deve fornecer suporte financeiro ao banco se necessário. Contudo, a Moody's rebaixou o rating de ação preferencial não cumulativa para Ba3(hyb), de Ba2(hyb), pois este rating está posicionado no nível do BCA do banco menos três níveis, e não esperamos que o governo dê suporte para estas obrigações específicas. A determinação dos níveis ("notching") captura o risco de perdas para investidores derivado da suspensão de cupom e de redução do principal antes que o banco atinja o ponto de inviabilidade.

BCAS AUMENTADOS: BANCO FORD, BANCO DE BRASÍLIA e BANCO BBM

A Moody's aumentou em um nível o BCA intrínseco do Banco Ford S.A., BRB-Banco de Brasília S.A. e Banco BBM. Em adição, a Moody's elevou os ratings de depósito e de dívida do Banco BBM S.A.. Os ratings do Banco Ford e do Banco de Brasília foram afirmados. As perspectivas para estes emissores são estáveis. Conforme indicado anteriormente, estas alterações não refletem uma melhora nos fundamentos dos emissores. Em vez disso, são resultado da implementação da nova metodologia, que os destacou como discrepantes positivos em seus níveis anteriores de ratings.

BANCO FORD

O aumento do BCA do Banco Ford para ba2, de ba3, reflete a forte rentabilidade do banco e baixo risco de ativos, apesar de seu modelo de negócios em um ramo único ("monoline"), focado inteiramente no financiamento de veículos. Como um agente financeiro exclusivo da Ford Motor Credit Company (FMCC, Baa3 estável) no Brasil, o Banco Ford tem receitas originadas predominantemente de empréstimos para capital de giro e financiamento de estoques às concessionárias Ford. O banco reportou indicadores de rentabilidade consistentemente melhores do que aqueles de seus pares ao longo dos últimos anos, com apoio de uma estrutura enxuta e despesas operacionais baixas. O baixo risco de ativos reflete o histórico estável de créditos em atraso em nível baixo, resultante de sua supervisão do desempenho financeiro das concessionárias de automóveis, em conjunto com grandes volumes de garantias.

O aumento de seu BCA não afetou os ratings de depósito na escala global em moedas local e estrangeira Ba1 do Banco Ford nem seus ratings de depósito na escala nacional brasileira Aa1.br, que continuam se beneficiando de uma probabilidade elevada de suporte do banco controlador.

BANCO DE BRASÍLIA

O aumento no BCA do BRB-Banco de Brasília's (BRB) para ba3, de b1, reflete o perfil de captação forte do banco, caracterizado por uma base de depósito pulverizada e muito baixa dependência de captação de mercado. O Banco também se beneficia de capitalização, rentabilidade e liquidez adequadas. No entanto, o BRB continua a mostrar elevado risco de ativos, resultante de sua concentração geográfica na região do Distrito Federal, assim como uma governança corporativa fraca, conforme refletido nas alterações frequentes nos níveis seniores da administração e na contínua interferência política. O perfil do risco de ativos do banco tem sido prejudicado pelo ritmo elevado do crescimento de sua carteira de crédito nos últimos anos, com um foco no financiamento para PME, uma área na qual têm pouca experiência, o que levou a um aumento no índice de inadimplência.

Apesar da alteração no seu BCA, o rating de depósito do BRB foi afirmados em Ba3. Em consequência, o BCA e o rating de depósito, que não se beneficiam mais de suporte de controlador porque o governo de Brasília não tem rating atribuído, agora são equivalentes. A Moody's também afirmou o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira de A2.br do BRB.

BANCO BBM

A elevação dos ratings de depósito e de dívida sênior do Banco BBM (BBM) para Baa3, de Ba1, é resultado de uma melhora equivalente em seu BCA. A Moody's também elevou o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira do banco para Aa1.br, de Aa2.br. As alterações refletem a forte posição de capital do banco e baixo risco de ativos, que são parcialmente compensados por uma elevada dependência de captação de mercado. O forte perfil de risco de ativos do BBM é evidenciado por seus baixos índices de inadimplência e de créditos lançados a perda ("charge-off"), com suporte de padrões rígidos de subscrição. Embora o banco tenha exposições significativas tanto ao setor de açúcar e etanol como ao setor de construção, estes riscos são mitigados por um nível elevado das garantias. Um limite interno rígido para exposição do crédito sustenta os indicadores de capital muito fortes do banco. Embora o BBM dependa fortemente da captação de mercado, o que o expõe ao risco de refinanciamento, também detém um montante grande de ativos líquidos e opera com um diferencial de prazos favorável em seu balanço patrimonial.

ATRIBUIÇÃO DAS AVALIAÇÕES DE RISCO DE CONTRAPARTE

Como parte das ações de hoje, a Moody's atribuiu uma Avaliação de Risco de Contraparte (Avaliação de CR) para nove bancos. A Avaliação de Contraparte reflete a probabilidade de um emissor para o default de passivos operacionais e de outros compromissos contratuais de determinados bancos, mas este não é um rating. A Avaliação de CR leva em consideração a força intrínseca do emissor, assim como a probabilidade de suporte de afiliada e de governo no caso de necessidade, refletindo a senioridade antecipada destas obrigações na hierarquia de passivos. A Avaliação de CR também incorpora outras medidas que as autoridades podem adotar para preservar operações cruciais de um banco caso entre em um processo de resolução.

METODOLOGIA UTILIZADA E ÚLTIMAS AÇÕES DE RATINGS

A metodologia principal usada neste rating foi Bancos ("Banks"), publicada em março de 2015. Consulte a página de Política de Crédito do www.moodys.com para uma cópia desta metodologia.

Os ratings em escala nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em junho de 2014 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

ÚLTIMAS AÇÕES DE RATING

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Bradesco em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para rebaixamento os ratings de depósito na escala global em moeda local de Baa1 e da dívida sênior não garantida de longo prazo atribuído ao Programa de Notas de Médio Prazo (MTN) de (P)Baa1. A ação se seguiu à implementação da nova metodologia de bancos em 16 de março de 2015. Os ratings de depósito de curto prazo na escala global em moeda local, e de depósito em moeda estrangeira foram afirmados. Os ratings na escala nacional brasileira permaneceram inalterados.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Itaú Unibanco em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou os ratings de depósito na escala global em moeda local de Baa1 e da dívida sênior não garantida de longo prazo atribuído ao Programa de Notas de Médio Prazo (MTN) de (P)Baa1 em revisão para rebaixamento, seguindo a implementação da nova metodologia de bancos em 16 de março de 2015. Os ratings de depósito de curto prazo na escala global em moeda local, e de depósito em moeda estrangeira foram afirmados.Os ratings na escala nacional brasileira permaneceram inalterados.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco Itaú BBA em 17 de março de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de depósito na escala global em moeda local de Baa1 e da dívida sênior não garantida de longo prazo atribuído ao Programa de Notas de Médio Prazo (MTN) de (P)Baa1, seguindo a implementação da nova metodologia de bancos em 16 de março de 2015. Os ratings de depósito de curto prazo na escala global em moeda local, e de depósitos em moeda estrangeira foram afirmados. Os ratings na escala nacional brasileira permaneceram inalterados.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para a Itaú Unibanco Holding em 17 de março de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de emissor em moeda local e da dívida sênior não garantida de Baa2, seguindo o anúncio da revisão dos ratings atribuídos a seus bancos operacionais Itaú Unibanco e Banco Itaú BBA. A revisão dos ratings foi desencadeada pela implementação da nova metodologia de bancos em 16 de março de 2015. Simultaneamente, o rating da dívida subordinada em moeda estrangeira de Baa3 na agência das Ilhas Cayman foi colocado em revisão para elevação. Os ratings de emissor na escala nacional brasileira também foram colocacados em revisão para rebaixamento.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para Banco do Brasil em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para rebaixamento o perfil de risco de crédito individual baa2, seguindo a implementação da nova metodologia de banco em 16 de março de 2015. Ao mesmo tempo, o rating de ação preferencial não cumulativa de Ba2(hyb) emitida pelo Banco do Brasil através da sua agência em Cayman também foi colocado em revisão para rebaixamento. Todos os outros ratings com suporte permaneceram inalterados, incluindo os ratings de depósito na escala global em moedas local e estrangeira, assim como rating da dívida atribuídos tanto ao Banco do Brasil quanto à agência do Banco do Brasil em Cayman. A perspectiva para estes ratings permaneceu negativa, em linha com a perspectiva dos ratings do governo do brasileiro.

A Moody's efetuou a última ação de rating para o Banco Votorantim em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para rebaixamento o perfil de risco de crédito individual de baa3, assim como os ratings de depósito e de dívida que recebem suporte, tanto para o Banco Votorantim como para a agência do Banco Votorantim em Nassau. O rating de depósito de longo prazo na escala nacional de Aaa.br também foi colocado em revisão para rebaixamento.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para HSBC Bank Brasil em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para rebaixamento o perfil de risco de crédito individual baa2, assim como seu rating com suporte de depósito na escala global em moeda local de A1. Todos os outros ratings permaneceram inalterados.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para o Banco BBM, em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para elevação o perfil de risco de crédito individual ba1 do banco, assim como os ratings de depósito de longo e curto prazos em escala global em moedas local e estrangeira de Ba1 e Not Prime, respectivamente. Os ratings de depósito na escala nacional brasileira também foram colocados em revisão para possível elevação.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para Banco Ford em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para elevação do perfil de risco de crédito individual ba3 do banco. Todos os outros ratings permaneceram inalterados.

A Moody's efetuou sua última ação de rating para Banco de Brasília em 17 de março de 2015, quando a agência de rating colocou em revisão para elevação o perfil de risco de crédito individual b1 do banco. Todos os outros ratings permaneceram inalterados.

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a aba de ratings na página do emissor em www.moodys.com para acessar cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre o analista líder e sobre a entidade legal da Moody's que atribuiu os ratings.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

Ceres Zanardo Lisboa
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Na medida do permitido por lei, a MOODY'S e seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças e fornecedores não aceitam qualquer responsabilidade perante qualquer pessoa ou entidade relativamente a quaisquer danos ou perdas, indiretos, especiais, consequenciais ou incidentais, decorrentes ou relacionados com a informação aqui incluída ou pelo uso, ou pela inaptidão de usar tal informação, mesmo que a MOODY'S ou os seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças ou fornecedores sejam informados com antecedência da possibilidade de ocorrência de tais perdas ou danos, incluindo, mas não se limitando a: (a) qualquer perda de lucros presentes ou futuros; ou (b) qualquer perda ou dano que ocorra em que o instrumento financeiro relevante não seja objeto de um rating de crédito específico atribuído pela MOODY'S.

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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.