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Rating Action:

Moody's realiza ações negativas de rating para quatro incorporadoras residenciais brasileiras devido à perspectiva fraca para o setor

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27 Jan 2016

Aproximadamente R$ 1,5 bilhão em dívida com rating afetada

Sao Paulo, January 27, 2016 -- Moody's América Latina (Moody's) realizou hoje várias ações de rating para quatro incorporadoras residenciais brasileiras e suas respectivas emissões de dívida no mercado doméstico, seguindo uma mudança nas premissas futuras da Moody´s para crescimento de receita e desempenho operacional devido à prolongada retração econômica no país e a continuidade de perspectiva fraca para o setor até pelo menos 2017.

As ações negativas de rating refletem a percepção da Moody's de um aumento geral de risco de crédito para as incorporadoras residenciais brasileiras com a desaceleração nas atividades de construção e uma prolongada deterioração no mercado imobiliário. "Nós observamos sinais de contração da indústria desde 2012, mas os desafios para as construtoras foram agravados recentemente por disponibilidade mais restrita de financiamento e deterioração nos preços dos imóveis", afirma Cristiane Spercel, vice-presidente e analista sênior da Moody's. "Apesar do país ainda possuir uma grande demanda reprimida por residências novas, os desafios do setor devem aumentar durante 2016 com uma deterioração mais profunda no mercado de trabalho e confiança do consumidor mais fraca", acrescentou Spercel.

Estoques mais elevados de imóveis prontos e não comercializados estão limitando os preços de imóveis e o crescimento de receitas, atrasando efetivamente a recuperação do setor. Esses eventos causam mudanças na liquidez e estrutura de capital das companhias que podem resultar em perdas maiores que o esperado para os credores existentes com ou sem garantias. "A capacidade de enfrentar um período prolongado de recessão na indústria varia entre as companhias que avaliamos, mas aquelas que possuem liquidez mais forte e índices mede alavancagem menores possuem maior chance de superar este momento.", acrescentou Spercel.

Os seguintes emissores, e seus respectivos ratings alterados, são cobertos nesse comunicado de imprensa:

Emissor: Brookfield Incorporações S.A. (Brookfield)

- Rating Corporativo: rebaixado para B3 de B1 (escala global) e para Ba2.br de Baa2.br (escala nacional) ;

- R$ 150 milhões (R$ 76 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento em 2016 (terceira emissão): rebaixado para B3/Ba2.br de B1/Baa2.br;

- R$ 223.2 milhões (114 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento em 2016 (quarta emissão): rebaixado para B3/Ba2.br de B1/Baa2.br;

A perspectiva para todos os ratings da Bookfield permanece negativa.

Emissor: Cyrela Brazil Realty S.A. Empreend E Part (Cyrela)

- Rating Corporativo: afirmado em Ba2 (escala global) e Aa2.br (escala nacional);

- R$ 400 milhões (R$ 203 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento em 2017 (sexta emissão): afirmado em Ba2 e Aa2.br;

- R$ 300 milhões (R$ 300 milhões em circulação) em Linha de Crédito sênior com garantia e vencimento em 2017: afirmado em Ba2 e Aa2.br;

A perspectiva para todos os ratings da Cyrela foi alterada para negativa de estável.

Emissor: Even Construtora e Incorporadora S/A (Even)

- Rating corporativo: rebaixado para B1 de Ba3 (escala global) e para Baa1.br de A2.br (escala nacional)

- R$ 250 milhões (R$ 42 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento em 2016 (quarta emissão): rebaixado para B1/Baa1.br de Ba3/A2.br;

- R$ 150 milhões (R$ 150 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento em 2017 (quinta emissão): rebaixado para B1/Baa1.br de Ba3/A2.br;

A perspectiva para todos os ratings da Even foi alterada para negativa de estável.

Emissor: Gafisa S/A (Gafisa)

- Rating Corporativo: escala global rebaixado para B2 de B1 e afirmados em escala nacional em Baa3.br;

- R$ 475 milhões (R$ 492 milhões em circulação) em debêntures com garantia e vencimento em 2017 (sétima emissão): rebaixado para B2/Baa3.br de Ba3/A3.br;

- R$ 11.6 milhões (R$ 17.3 milhões em circulação) em debêntures seniores sem garantia e vencimento final em 2016 (oitava emissão - segunda série): escala global rebaixado para B3 de B2 e rating em escala nacional afirmado em Ba2.br;

- R$ 55 milhões (R$ 62 milhões em circulação) em debêntures seniores com garantia e vencimento final em 2024 (décima emissão): rebaixado para B2/Baa3.br de Ba3/A3.br;

A perspectiva para todos os ratings da Gafisa permanece negativa.

Consulte a aba de emissor/página da entidade em moodys.com.br para informações sobre Ratings em Escala Global ("Global Scale Rating").

FUNDAMENTO DOS RATINGS

Os ratings B3/Ba2.br da Brookfield continuam refletindo o forte suporte financeiro que a companhia tem de seu acionista controlador -- Brookfield Asset Management (BAM, Baa2 estável) -- que forneceu aproximadamente R$ 2.3 bilhões em injeções de caixa entre 2014 e Setembro de 2015, sendo R$ 1.2 bilhões em forma de aumento de capital e R$ 1.1 bilhões em forma de mútuos de seu acionista, demonstrando um compromisso de longo prazo com a indústria de construção no Brasil. Esse suporte tem sido determinante para a companhia se manter solvente. Após comprar participações de minoritários em 2014, a BAM também aumentou sua supervisão operacional e de controle na Brookfield. No entanto, as métricas de crédito da companhia permanecem fracamente posicionadas para a sua categoria de rating, indicado por uma margem bruta negativa de 13% nos últimos doze meses terminados em Setembro de 2015, sem visibilidade de melhoria material na rentabilidade no curto prazo, o que levou ao rebaixamento no rating em dois níveis na escala global. A perspectiva negativa também reflete o perfil de negócios em evolução e os atuais desafios da companhia para melhorar consistentemente suas operações e reduzir sua alavancagem meio ao enfraquecimento dos fundamentos do mercado de incorporação residencial.

Moody's afirmou os ratings Ba2/Aa2.br da Cyrela, que continuam suportados pela significativa posição da companhia no mercado de incorporação residencial brasileiro, com uma marca forte, boa diversificação em termos de oferta de produtos e gestores experientes. Forças adicionais de crédito incluem: (i) a forte posição de liquidez da companhia, indicada por uma cobertura de caixa irrestrito sobre a dívida de curto prazo de aproximadamente 1.7 vezes (3T15); (ii) margens brutas estáveis entre 33% a 35% e (iii) alavancagem relativamente baixa quando medida pelo índice de dívida bruta sobre a capitalização total, a qual diminuiu recentemente para abaixo de 40%. Por outro lado, a perspectiva mais desafiadora para a indústria de construção no Brasil se traduzirá em uma taxa de crescimento de receita mais suave, menores oportunidades de negócios e limitações para melhoria adicional nas métricas de crédito da Cyrela até, pelo menos, meados de 2017. Isso resultou em uma mudança na perspectiva para negativa. Outra preocupação de crédito tem sido a estratégia da Cyrela de financiar diretamente uma parte, ou o total, do saldo devedor remanescente de seus clientes, o que expõe a companhia ao risco de inadimplência dos mesmos.

Os ratings B1/Baa1.br da Even refletem a forte marca e participação de mercado na cidade de São Paulo, com um sólido histórico de construção de apartamentos para famílias de classe média. Os ratings também consideram as políticas financeiras relativamente conservadoras que resultam em fortes mecanismos de controle de custos e um perfil de dívida administrável. Apesar de algumas incertezas sobre seu plano de negócios após a recente alteração em sua estrutura acionária, as forças de crédito destacadas acima devem se manter inalteradas. Por outro lado, a reduzida escala e diversificação da companhia limitam os ratings, especialmente sob o cenário de deterioração do setor. O outlook negativo reflete os desafios diante dos gestores da companhia para manter um crescimento consistente de seu negócio e melhorar suas métricas de crédito até meados de 2017.

Os ratings corporativos B2/Baa3.br da Gafisa refletem a forte marca e participação de mercado da companhia no Brasil, em conjunto com o seu histórico de operações. Por outro lado, os ratings são limitados pela escala reduzida da Gafisa, índice de cobertura de juros ainda baixo e estratégia de negócios em evolução. Apesar da continua melhora em sua performance operacional e em suas métricas de crédito nos últimos doze meses, a Gafisa ainda possui uma alavancagem elevada e apresenta liquidez apertada, que levou ao rebaixamento do rating corporativo em um nível na escala global para B2 de B1. O ambiente desafiador para o setor de incorporação residencial brasileiras adiciona pressão negativa porque as fracas tendências macroeconômicas limitam o potencial para novos lançamentos, redução dos níveis de estoque e melhora adicional da lucratividade nos próximos dois anos.

Os ratings da dívida sênior com garantia da Gafisa em B2/Baa3.br estão agora alinhados com o rating corporativo da empresa, o que reflete o seu atual perfil de endividamento, predominantemente composto de emissões de dividas com garantias. Deste modo, o pacote de garantias destes títulos não justifica que eles continuem sendo classificados com um nível de rating acima do rating corporativo. As dívidas com garantia atualmente representam mais de 80% da perfil de dívida consolidado da Gafisa, pois a companhia tem priorizado em sua estrutura de capital os empréstimos com garantia diretamente vinculados aos projetos de construção, dado que são mais flexíveis. Moody's continua vendo a dívida sem garantias da Gafisa como efetivamente subordinada às demais dívidas garantidas da companhia. Por essa razão, a Moody's também rebaixou as debêntures seniores sem garantia da Gafisa para B3/Ba2.br, um nível abaixo do rating de dívida corporativa na escala global.

DETERMINANTES DOS RATINGS

Uma elevação dos ratings da Brookfield é improvável no curto prazo, mas a Moody's considerará uma estabilização da perspectiva se a companhia executar sua estratégia de desalavancagem e monetização de ativos com sucesso nos próximos trimestres, ao mesmo tempo sustentando receitas próximas ou superiores a R$ 2 bilhões por ano. Quantitativamente, uma estabilização da perspectiva será considerada se os índices de rentabilidade da companhia se moverem para um território positivo mais sólido (margem bruta = -13% nos UDM no 3T2015), enquanto a dívida bruta ajustada sobre índice de capitalização total ficar abaixo de 60% (58,2% no 3T2015). Os ratings da Brookfield podem ser rebaixados se a companhia se provar incapaz de melhorar sua posição de liquidez para encaminhar sua dívida corporativa com vencimento em 2016. Uma mudança no rating soberano do Brasil (Baa3, em revisão para rebaixamento) ou uma mudança em metodologia que determine mudanças na atual escala de mapeamento para ratings em moeda local, também pode desencadear uma ação de rating ou recalibragem para reposicionar os ratings da Brookfield na escala nacional.

Cyrela. Uma elevação dos ratings é improvável no curto prazo, mas a perspectiva pode se estabilizar se a Cyrela vivenciar crescimento de receita positivo em conjunto com métricas de crédito estáveis ou em ascensão e manter sua forte posição de liquidez. Uma elevação do rating exigiria que o índice de dívida total sobre capitalização permaneça consistentemente abaixo de 40% (38,2% no 3T2015) e cobertura de juros (EBIT/Juros) melhore para níveis acima de 4,5 times (2,6x UDM 3T2015). Alternativamente, um rebaixamento poderia ser engatilhado por uma deterioração material na disponibilidade de caixa da Cyrela para cobrir dívida de curto prazo (1,66x 3T2015), ou se a dívida total sobre capitalização ficar acima de 50% por um período prolongado. Um aumento significativo na proporção de dívida com garantia ou um declínio na quantidade de ativos não comprometidos que poderiam ser utilizados para pagar debêntures sem garantia também resultariam em um rebaixamento dos ratings sem garantia da Cyrela. Uma mudança no rating soberano do Brasil (Baa3, em revisão para rebaixamento) ou uma mudança em metodologia que determine mudanças na atual escala de mapeamento para ratings em moeda local, também pode desencadear uma ação de rating ou recalibragem para reposicionar os ratings da Cyrela na escala nacional.

Uma elevação dos ratings é improvável no curto prazo, mas a perspectiva pode se estabilizar se a Even for capaz de aumentar em tamanho em termos de receitas e EBIT, diversificar seu perfil de negócios e, ao mesmo tempo, manter ou melhorar as métricas de alavancagem. Por exemplo, uma elevação poderia ser considerada se a companhia consistentemente mantiver sua dívida total sobre capitalização abaixo de 40% (44,7% 3T2015), e cobertura de juros (EBIT/Juros) acima de 3,5 vezes (1,9x UDM 3T15). Uma elevação também exigiria melhora na posição de liquidez, como uma posição de caixa sem restrições sobre dívida de curto prazo acima de 1,0x (0,76x 3T2015) em uma base sustentada. Por outro lado, os ratings da Even podem ser novamente rebaixados se a companhia enfrentar deterioração significativa em sua posição de liquidez devido a uma distribuição de dividendos para acionistas maior que a antecipada ou se uma desaceleração prolongada no setor de construção levar a um índice de dívida sobre capitalização acima de 50% e cobertura de juros (EBIT/Juros) abaixo de 1.0x. Uma mudança no rating soberano do Brasil (Baa3, em revisão para rebaixamento) ou uma mudança em metodologia que determine mudanças na atual escala de mapeamento para ratings em moeda local, também pode desencadear uma ação de rating ou recalibragem para reposicionar os ratings da Even na escala nacional.

Gafisa: Uma elevação de ratings é improvável no curto prazo, mas a perspectiva pode se estabilizar se a Gafisa for capaz de melhorar ainda mais suas métricas de crédito, como, por exemplo, se a dívida bruta sobre capitalização total permanecer consistentemente abaixo de 50% (48,7% 3T2015), em conjunto com maior visibilidade para a estrutura de capital da companhia e a potencial separação da Tenda. Os ratings podem ser novamente rebaixados se não houver melhora no perfil de liquidez da Gafisa nos próximos trimestres, como indicado por uma posição de caixa sem restrições sobre dívida de curto prazo acima de 1,0x (0,67x 3T15). Quantitativamente, os ratings também podem ser rebaixados se a dívida bruta sobre capitalização total aumentar acima de 60% ou se a cobertura de juros (EBIT/Juros) permanecer abaixo de 1,0x (0,9x UDM 3T15) por um período prolongado. Uma redução na quantidade de ativos não comprometidos que podem ser utilizados para pagar dívidas sem garantia sob uma situação de renegociação (distress situation), também pode resultar em rebaixamento dos ratings sem garantia da Gafisa. Uma mudança no rating soberano do Brasil (Baa3, em revisão para rebaixamento) ou uma mudança em metodologia que determine mudanças na atual escala de mapeamento para ratings em moeda local, também pode desencadear uma ação de rating ou recalibragem para reposicionar os ratings da Gafisa na escala nacional.

METODOLOGIAS UTILIZADAS

A principal metodologia utilizada nessa ação de rating foi Setor de Construção Residencial e Empreendimentos Imobiliários ("Homebuilding and Property Development Industry"), publicada em abril de 2015. Consulte a página de Credit Policy em www.moodys.com.br para uma cópia dessa metodologia.

Os ratings em escala nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da Africa do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em junho de 2014 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

As fontes de informação utilizadas na elaboração do rating são as seguintes: partes envolvidas nos ratings, partes não envolvidas nos ratings, informações públicas, confidenciais e de propriedade da Moody's.

A Moody's considera a qualidade das informações disponíveis sobre o emissor ou obrigação como sendo satisfatória ao processo de atribuição do rating de crédito.

A Moody's adota todas as medidas necessárias para que as informações utilizadas na atribuição de ratings sejam de qualidade suficiente e proveniente de fontes que a Moody's considera confiáveis incluindo, quando apropriado, fontes de terceiros. No entanto, a Moody's não realiza serviços de auditoria, e não pode realizar, em todos os casos, verificação ou confirmação independente das informações recebidas nos processos de rating.

O rating foi divulgado para a entidade classificada ou seu(s) agente(s) designado(s) e atribuído sem alterações decorrentes dessa divulgação.

Consulte a página de divulgações regulatórias do www.moodys.com.br para divulgações gerais sobre potenciais conflitos de interesse.

A Moody's América Latina Ltda. pode ter fornecido Outro(s) Serviço(s) Permitido(s) à entidade classificada ou a terceiros relacionados no período de 12 meses que antecederam a ação de rating de crédito. Consulte o relatório "Serviços auxiliares e outros serviços permitidos providos a entidades com rating da Moody's América Latina Ltda" disponível no www.moodys.com.br para maiores informações.

As entidades classificadas pela Moody's América Latina Ltda. (e partes relacionadas a essas entidades) podem também receber produtos/serviços fornecidos por terceiros relacionados à Moody's América Latina Ltda. envolvidos em atividades de rating de crédito. Consulte o www.moodys.com.br para obter uma lista de entidades que recebem produtos/serviços dessas entidades relacionadas. Esta lista é atualizada trimestralmente.

A data da última ação de rating para Brookfield Incorporações S.A. foi 08/08/2015.

A data da última ação de rating para Cyrela Brazil Realty S.A. Empreend E Part. foi 23/12/2013.

A data da última ação de rating para Even Construtora e Incorporadora S/A foi 10/03/2015.

A data da última ação de rating para Gafisa S/A. foi 15/10/2015.

Os ratings da Moody's são monitorados constantemente, a menos que sejam ratings designados como atribuídos a um momento específico ("point-in-time ratings") no comunicado inicial. Todos os ratings da Moody's são revisados pelo menos uma vez a cada período de 12 meses.

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.br.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

Consulte a aba de ratings na página do emissor/entidade no www.moodys.com.br para visualizar o histórico e a última ação de rating deste emissor. A data em que alguns ratings foram atribuídos pela primeira vez diz respeito a uma época em que os ratings da Moody's não eram integralmente digitalizados e pode ser que os dados precisos não estejam disponíveis. Consequentemente, a Moody's fornece uma data que acredita ser a mais confiável e precisa com base nas informações que são disponibilizadas. Consulte a página de divulgação de ratings em nosso website www.moodys.com.br para obter maiores informações.

Consulte o documento Símbolos e Definições de Rating da Moody's ("Moody's Rating Symbols and Definitions") disponível na página de Processo de Rating do www.moodys.com.br para maiores informações sobre o significado de cada categoria de rating e a definição de default e recuperação.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com.br para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com.br para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

Cristiane Spercel
Vice President - Senior Analyst
Corporate Finance Group
Moody's America Latina Ltda.
Avenida Nacoes Unidas, 12.551
16th Floor, Room 1601
Sao Paulo, SP 04578-903
Brazil
JOURNALISTS: 800-891-2518
SUBSCRIBERS: 55-11-3043-7300

Marianna Waltz, CFA
MD - Corporate Finance
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Releasing Office:
Moody's America Latina Ltda.
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Na medida do permitido por lei, a MOODY'S e seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças e fornecedores não aceitam qualquer responsabilidade perante qualquer pessoa ou entidade relativamente a quaisquer danos ou perdas, indiretos, especiais, consequenciais ou incidentais, decorrentes ou relacionados com a informação aqui incluída ou pelo uso, ou pela inaptidão de usar tal informação, mesmo que a MOODY'S ou os seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças ou fornecedores sejam informados com antecedência da possibilidade de ocorrência de tais perdas ou danos, incluindo, mas não se limitando a: (a) qualquer perda de lucros presentes ou futuros; ou (b) qualquer perda ou dano que ocorra em que o instrumento financeiro relevante não seja objeto de um rating de crédito específico atribuído pela MOODY'S.

Na medida do permitido por lei, a MOODY'S e seus administradores, membros dos órgãos sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças e fornecedores não aceitam qualquer responsabilidade por quaisquer perdas ou danos, diretos ou compensatórios, causados a qualquer pessoa ou entidade, incluindo, entre outros, por negligência (mas excluindo fraude, conduta dolosa ou qualquer outro tipo de responsabilidade que, para que não subsistam dúvidas, por lei, não possa ser excluída) por parte de, ou qualquer contingência dentro ou fora do controle da, MOODY'S ou de seus administradores, membros de órgão sociais, empregados, agentes, representantes, titulares de licenças ou fornecedores, decorrentes ou relacionadas com a informação aqui incluída, ou pelo uso, ou pela inaptidão de usar tal informação. 

A MOODY'S NÃO PRESTA NENHUMA GARANTIA, EXPRESSA OU IMPLÍCITA, QUANTO À PRECISÃO, ATUALIDADE, COMPLETUDE, VALOR COMERCIAL OU ADEQUAÇÃO A QUALQUER FIM ESPECÍFICO DE QUALQUER RATING DE CRÉDITO, AVALIAÇÃO,  OUTRA OPINIÃO OU INFORMAÇÕES DADAS OU PRESTADAS, POR QUALQUER MEIO OU FORMA, PELA MOODY´S.

A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.