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Rating Action:

Moody's rebaixa ratings de 12 bancos brasileiros, uma holding bancária e da BM&FBovespa; perspectiva alterada para estável

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12 Aug 2015

New York, August 12, 2015 -- A Moody's Investors Service rebaixou hoje os ratings de vários bancos brasileiros seguindo o rebaixamento do rating dos títulos do Brasil para Baa3 de Baa2. Além do rebaixamento do rating dos títulos do Brasil, a Moody´s também rebaixou o rating da dívida sênior para Baa3 de Baa2 e o rating do programa de de dívida sênior para (P)Baa3 de (P)Baa2. A agência de rating também mudou os tetos soberanos do Brasil como parte desta ação de rating. O teto de dívida em moeda estrangeira foi alterado para Baa2 de Baa1, enquanto o teto do depósito em moeda estrangeira mudou para Baa3 de Baa2. A agência de rating também alterou a perspectiva do rating do governo para estável de negativa.

A Moody´s rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e os ratings de emissor de nove instituições, e rebaixou o perfil de crédito individual (BCAs) de cinco bancos de baa2 para baa3 . A Moody's também rebaixou seis ratings de dívidas subordinadas júnior e sênior de bancos brasileiros.

A Moody's rebaixou ainda os ratings de depósito de longo prazo em moeda estrangeira e/ou dívida sênior de 20 instituições financeiras, incluindo as agências estrangeiras, devido a uma mudança no teto de dívida em moeda estrangeira de Baa1 para Baa2, e do teto do depósito em moeda estrangeira de Baa2 para Baa3. O A1 do teto soberano para deposito em moeda local não foi modificado. Consulte o comunicado de imprensa "Moody´s rebaixa rating do Brasil para Baa3 de Baa2; perspectiva alterada para estável" para mais informações.

A perspectiva de todos os ratings em escala global incluídos nessa ação foi alterada para estável de negativa, em linha com a perspectiva do rating soberano, com exceção dos ratings do HSBC Bank Brasil, que continuam sob revisão para rebaixamento após o anúncio de aquisição pelo Banco Bradesco (consulte o comunicado de imprensa "Moody's reviews down HSBC Brasil's deposit ratings; affirms Bradesco's ratings" publicado em 5 de agosto em www.moodys.com).

A Moody's também rebaixou em um nível as avaliações de risco de contraparte (CR) atribuídas a 10 bancos, incluindo as respectivas agências estrangeiras, e rebaixou o rating de emissor em escala nacional brasileira ("NSR") atribuído ao Itaú Unibanco Holding S.A. para Aa1.br de Aaa.br, em linha com o rebaixamento de seu rating global de emissor em moeda local para Ba1 de Baa3, que captura um nível de subordinação estrutural às operações de seu banco subsidiário Itaú Unibanco S.A., cujos ratings também foram rebaixados em um nível, para Baa3 de Baa2.

Finalmente, os ratings de depósito em moeda local e BCAs de quatro bancos de capital estrangeiro permaneceram os mesmos. A Moody´s também afirmou os ratings de depósito em escala nacional brasileira ("NSR") Aaa.br de oito bancos cujos ratings globais de depósito em moeda local foram rebaixados para Baa3 de Baa2.

Para todos os emissores mencionados nesse comunicado de imprensa, os ratings e avaliações não incluídos nessa ação continuam os mesmos. O rating Ba3 (hyb) atribuído aos US$ 2,5 bilhões em ações preferencias não cumulativas emitidas pelo Banco do Brasil Cayman Branch em 2014, bem como o rating Ba3 (hyb) atribuído às notas subordinadas emitidas pela Caixa Econômica Federal em 2014 permanecem inalterados. Estes ratings estão ajustados abaixo dos respectivos BCAs de Banco do Brasil e Caixa, que permaneceram inalterados em baa3 e ba2.

Clique neste link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_183549 para a lista de ratings de créditos afetados. Esta lista é uma parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado.

Para mais informações sobre ratings de bancos, consulte a página da Moody's que contém os anúncios relacionados.

Os seguintes emissores estão cobertos neste comunicado de imprensa:

- Itaú Unibanco S.A.

- Itaú Unibanco Holding S.A.

- Banco Bradesco S.A.

- Banco do Brasil S.A.

- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social -- BNDES

- Caixa Econômica Federal

- Banco Santander (Brasil) S.A.

- Banco Safra S.A.

- HSBC Bank Brasil -- Banco Múltiplo S.A.

- BM&FBovespa S.A.

- Banco Citibank S.A.

- ING Bank N.V. -- São Paulo

- Banco Alfa de Investimento S.A.

- Banco Mizuho do Brasil S.A.

FUNDAMENTO DO RATING

Os rebaixamentos anunciados neste comunicado de imprensa seguem o rebaixamento para Baa3 de Baa2 do rating dos títulos soberanos do Brasil e das mudanças correspondentes nos tetos de dívida e depósitos em moeda estrangeira. Em particular, os bancos cujos BCAs estavam previamente em baa2 tiveram os mesmos rebaixados para baa3. Exceto quando uma porção substancial dos ativos de um banco estão alocadas em outra jurisdição, ou quando o banco gera parte relevante de suas receitas no exterior, o BCA de um banco costuma ser limitado pelo nível do seu país. Com exceção de bancos de capital estrangeiro, cujos ratings em moeda local se beneficiam de suporte do acionista, o rebaixamento dos BCAs resultou no rebaixamento dos ratings de deposito e dívida em moeda local. Outros ratings em moeda estrangeira de bancos foram rebaixados por conta das mudanças nos tetos soberanos. Finalmente, algumas instituições financeiras cujos ratings recebem apoio devido ao suporte do governo também foram rebaixados em consequência do rebaixamento soberano.

Os principais fatores do rebaixamento do rating soberano foram os seguintes: (1) fraco crescimento econômico, aumento dos gastos do governo e falta de consenso político que limitará a habilidade das autoridades de deter e reverter as tendências de dívida e déficit e (2) indicadores de dívida que a Moody's espera que se deteriorarão materialmente em relação aos pares com rating Baa. Ao mesmo tempo, o rating Baa3 ainda incorpora a habilidade do país de suportar choques financeiros externos tendo em vista as abundantes reservas internacionais; o balanço patrimonial do governo com exposição relativamente limitada à dívida em moeda estrangeira e à não residentes quando comparado com seus pares; assim como uma economia grande e diversificada.

Em consequência do fraco ambiente operacional antecipado para o restante de 2015 e 2016, caracterizado pelo declínio da produção industrial, desemprego crescente e inflação em alta, e a deterioração da capacidade de pagamento de companhias e consumirdores, a Moody's espera que os bancos reforcem as provisões para perdas com empréstimos. Embora o desempenho recente dos bancos tenha sido beneficiado por elevados spreads de crédito e ganhos de tesouraria, no médio prazo a desaceleração na originação de negócios e os crescentes custos de crédito podem desafiar a geração de ganhos futuros.

Embora a perspectiva para a maioria dos bancos afetados seja estável, os ratings podem sofrer pressão negativa se o ambiente operacional no Brasil se deteriorar mais bruscamente que o esperado, resultando em um substancial aumento na inadimplência e custos de crédito, e/ou declínio em rentabilidade e capitalização. Aqueles bancos que são mais afetados pelo atual ambiente podem ter seus ratings rebaixados primeiro. Os ratings também podem ser novamente rebaixados se o rating soberano cair mais.

No momento, influências positivas são limitadas para os bancos afetados por esta ação de rating, uma vez que a maioria deles está limitada pelo rating e/ou teto soberano. No entanto, quando a qualidade de crédito do país melhorar, esses bancos poderiam ter seus ratings melhorados.

METODOLOGIA UTILIZADA

A principal metodologia utilizada para os ratings de bancos foi Bancos ("Banks"), publicada em março de 2015. Consulte a página de Política de Crédito em www.moodys.com para uma cópia desta metodologia.

A principal metodologia utilizada no rating do BNDES foi Emissores Relacionados ao Governo ("Government Related Issuers"), publicada em outubro de 2014. Consulte a página de Política de Crédito em www.moodys.com para uma cópia desta metodologia.

A principal metodologia utilizada no rating BM&FBovespa foi "Global Securities Industry Methodology," publicada em maio de 2013. Consulte a página de Política de Crédito em www.moodys.com para uma cópia desta metodologia.

Os ratings em escala nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em junho de 2014 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

ÚLTIMAS AÇÕES DE RATING

A última ação de rating para Itaú Unibanco S.A. foi em 11 de maio de 2015, quando a Moody's rebaixou o perfil de risco individual (BCA) do banco para baa2 de baa1; rebaixou o rating de depósitos de longo prazo em moeda local e o rating da dívida sênior para Baa2 de Baa1; afirmou o rating de depósitos de longo prazo em escala nacional brasileira ("NSR") em Aaa.br; e atribuiu uma avaliação de risco de contraparte (CR) de longo prazo em Baa1(cr) e de curto prazo em Prime-2(cr). Todos os demais ratings permaneceram os mesmos.

A última ação de rating para Itaú Unibanco Holding S.A. foi em 11 de maio de 2015, quando a Moody's rebaixou o rating de emissor em moeda local e os ratings para dívida sênior para Baa3 de Baa2 e os ratings de dívida e emissor de curto prazo para Prime-3 de Prime-2.

A última ação de rating para Banco Bradesco S.A. foi em 5 de agosto de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings do banco, em vista do anúncio sobre a proposta de aquisição das operações do HSBC no Brasil. A perspectiva para os rating permaneceu inalterada.

A última ação de rating para Banco do Brasil S.A. foi em 11 de maio de 2015, quando a Moody's rebaixou o BCA do banco para baa3 de baa2; afirmou os ratings em escala global de depósitos de longo prazo e de dívida em Baa2 e o rating de depósitos de longo prazo em escala nacional brasileira (NSR) em Aaa.br; e atribuiu uma avaliação CR de longo prazo em Baa2 (cr) e CR de curto prazo em Prime-2(cr). A perspectiva para os ratings do banco permaneceu negativa. A Moody's também rebaixou o rating das ações preferencias não cumulativas emitidos pela agência estrangeira do banco, Banco do Brasil S.A. (Cayman), para Ba3(hyb) de Ba2(hyb).

A última ação de rating para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi em 17 de junho de 2015, quando a Moody's afirmou o rating de emissor do banco em moeda local em Baa2, o rating de depósitos em moeda estrangeira e o rating de dívida na escala global em Baa2 e na escala nacional brasileira em Aaa.br. A perspectiva para todos os ratings permaneceu negativa.

A última ação de rating para Caixa Econômica Federal foi em 17 de junho de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings de depósito e de dívida do banco tanto na escala global quanto na nacional brasileira, bem como o BCA em ba2. A perspectiva para os ratings permaneceu negativa.

A última ação de rating para Banco Santander (Brasil) S.A. foi em 9 de setembro de 2014, quando a agência de ratings mudou para negativa de estável a perspectiva para os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira, bem como o rating sênior atribuído ao banco e à agência Cayman. A Moody's também afirmou todos os ratings. Estas ações seguiram a mudança na perspectiva para negativa dos ratings dos bônus soberanos do Brasil.

A última ação de rating para Banco Safra S.A. foi em 12 de junho de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings de dívida e depósitos nas escalas global e nacional brasileira bem como o BCA em baa2. A Moody's também atribuiu uma avaliação de risco de contraparte (CR) em Baa1(cr) e uma avaliação CR de curto prazo em Prime-2(cr). A perspectiva para os ratings permaneceu negativa.

A última ação de rating para HSBC Bank Brasil - Banco Múltiplo S.A. foi em 5 de Agosto de 2015, quando a Moody´s colocou em revisão para rebaixamento o BCA Ajustado de a2 e os ratings de depósito em moeda local e de dívida em moeda estrangeira . A Moody's também afirmou os ratings de depósito em moeda estrangeira e os ratings em escala nacional brasileira. Estas ações seguem o anúncio, de 3 de agosto, da venda da subsidiária brasileira do HSBC para o Banco Bradesco.

A última ação de rating para BM&FBovespa S.A. foi em 19 de maio 2015, quando a Moody's retirou o rating de emissor de longo prazo em escala nacional brasileira de Aaa.br por razões comerciais. O rating de emissor de longo prazo em moeda local em Baa1 e o rating de dívida sênior em moeda estrangeira em Baa1 não foram afetados.

A última ação de rating para Banco Citibank S.A. foi em 12 de junho de 2015, quando a Moody's afirmou o rating de depósito em moeda estrangeira e rebaixou o BCA para baa3 de baa2. A perspectiva para os ratings do banco permaneceu negativa. O rating de depósito de curto prazo em moeda estrangeira permaneceu o mesmo.

A última ação de rating para ING Bank N.V. -- São Paulo foi em 2 de junho de 2015, quando a Moody's elevou o rating de depósito de longo prazo em moeda local para A1 de A2 e mudou a perspectiva do rating para estável de negativa. A Moody's também afirmou os ratings de depósitos em moeda estrangeira em Baa2 e Prime-2, o rating de depósito de curto prazo em moeda local em Prime-1, e os ratings de depósito em escala nacional brasileira em Aaa.br e BR-1. A perspectiva para os ratings de depósito em moeda estrangeira era negativa..

A última ação de rating para Banco Alfa de Investimento S.A. foi em 9 de setembro de 2014, quando a Moody's alterou para negativa de estável a perspectiva para os ratings de depósito em moeda local e estrangeira de Baa2. O rating Prime-3 de depósito de curto prazo em moeda local e estrangeira bem como o BCA baa2 e os ratings Aaa.br/BR-1 de longo e curto prazo na escala nacional brasileira foram afirmados. A ação seguiu a mudança da perspectiva dos bônus soberanos do Brasil para negativa de estável.

A última ação de rating para Banco Mizuho do Brasil S.A. foi em 15 de setembro 2014, quando a Moody's mudou para negativa de estável a perspectiva para o rating de depósito de longo prazo em moeda estrangeira de Baa2. Ao mesmo tempo, a Moody's afirmou todos os ratings atribuídos ao banco e manteve o BCA em ba3. A perspectiva para o rating de depósito de longo prazo em moeda local de Baa2 permaneceu estável. A ação de rating seguiu a mudança da perspectiva dos bônus soberanos do Brasil para negativa de estável.

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.br.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

A informação a seguir complementa a seção 10 ("informações relativas a conflitos de interesses, conforme exigido pelo parágrafo (a)(1)(ii)(J) da SEC Rule 17g-7") das divulgações regulatórias realizadas na aba de ratings na página do emissor/entidade no www.moodys.com.br para cada rating de crédito:

Para identificação de quais ratings de crédito têm partes que pagaram ou não a Moody's por serviços diferentes de rating de crédito no mais recente ano fiscal encerrado, consulte a lista detalhada no link a seguir: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_182341. Esta lista é parte integrante deste comunicado de imprensa.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a aba de ratings na página do emissor em www.moodys.com.br para acessar cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre o analista líder e sobre a entidade legal da Moody's que atribuiu os ratings.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating. Consulte a aba de emissor/entidade em www.moodys.com.br para divulgações regulatórias adicionais para cada entidade.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

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A MOODY'S NÃO PRESTA NENHUMA GARANTIA, EXPRESSA OU IMPLÍCITA, QUANTO À PRECISÃO, ATUALIDADE, COMPLETUDE, VALOR COMERCIAL OU ADEQUAÇÃO A QUALQUER FIM ESPECÍFICO DE QUALQUER RATING DE CRÉDITO, AVALIAÇÃO,  OUTRA OPINIÃO OU INFORMAÇÕES DADAS OU PRESTADAS, POR QUALQUER MEIO OU FORMA, PELA MOODY´S.

A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.