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Rating Action:

Moody's rebaixa vários bancos brasileiros, uma holding bancária e a BM&FBovespa; perspectiva negativa

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25 Feb 2016

New York, February 25, 2016 -- A Moody's Investors Service rebaixou hoje os ratings atribuídos a 29 bancos e de suas respectivas agências no exterior, a Itaú Unibanco Holding S.A e a bolsa de valores brasileira BM&F Bovespa S.A.. Essas ações seguem o rebaixamento feito pela Moody's dos ratings dos títulos de dívida do Brasil para Ba2 de Baa3, anunciado em 24 de fevereiro de 2016, e as mudanças resultantes nos tetos de dívida e de depósito do país. A perspectiva do rating soberano é negativa. Para informações adicionais, consulte o anúncio relacionado: https://www.moodys.com/research/Moodys-downgrades-Brazils-issuer-and-bond-ratings-to-Ba2-with--PR_342928

Esta ação de rating conclui as revisões iniciadas em 10 de dezembro de 2015.

Especificamente, a Moody's rebaixou as avaliações de perfil de risco de crédito individual (BCAs) e os ratings de depósito e de dívida desses bancos que foram limitados pelo rating dos títulos de dívida do Brasil ou pelos tetos-país. Exceto para certos ratings de depósito em moeda local que são mais altos que o teto soberano para deposito em moeda local devido ao suporte de matrizes estrangeiras, a perspectiva desses ratings é negativa agora, em linha com a perspectiva do rating soberano.

Ao mesmo tempo, a Moody's alterou o Perfil Macro do Brasil para Moderado de Moderado+, refletindo a deterioração do ambiente operacional do país e os crescentes riscos que isso representa para seus bancos. Consequentemente, a Moody's rebaixou os BCAs e os ratings de dívida e/ou depósito de mais três bancos, os quais não estavam limitados pelo rating soberano, mas cujas perspectivas eram já negativas. Por fim, a Moody's afirmou os BCAs, os BCAs ajustados, e/ou os ratings de dívida e de depósito de vários bancos.

Clique neste link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_186584 para a lista de ratings dos créditos afetados. Esta lista é uma parte integral deste comunicado de imprensa e identifica cada emissor afetado. Para mais informações sobre ratings de bancos, consulte a página da Moody's que contém os anúncios relacionados.

FUNDAMENTOS DOS RATINGS

(1) BCAS E/OU RATINGS DE DEPÓSITOS DE 31 ENTIDADES NO SISTEMA FINANCEIRO FORAM REBAIXADOS SEGUINDO O REBAIXAMENTO DO RATINGS DOS TÍTULOS DE DÍVIDA E DOS TETOS-PAÍS DO GOVERNO BRASILEIRO

Essas ações de rating para os bancos brasileiros foram desencadeadas pelo rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil e dos tetos-país para dívida e depósitos. Especificamente, o teto da dívida e de depósito em moeda local do Brasil foi rebaixado para A3 de A1, e seus tetos de títulos de dívida e depósito em moeda estrangeira foram rebaixados para Ba1 e Ba3, de Baa2 e Baa3, respectivamente.

Consequentemente, a Moody's rebaixou os ratings de depósito em moeda estrangeira de 29 entidades para Ba3, em linha com o novo teto de depósito em moeda estrangeira, e os ratings de depósito e/ou emissor em moeda local de 18 entidades para Ba2. Além disso, os BCAs intrínsecos de 14 bancos foram rebaixados para ba2. Os ratings de depósito e de emissor em moeda local e os BCAs afetados foram limitados pelo rating soberano devido às relações econômicas fortes desses emissores com o governo.

O QUE PODERIA ALTERAR O RATING -- REBAIXAMENTO

As perspectivas negativas dos ratings de dívida e depósito de longo prazo dessas instituições refletem a perspectiva negativa do soberano. Esses ratings, que continuam limitados pelo soberano e/ou pelos tetos-país, sofrerão provavelmente outro rebaixamentos se o rating soberano e os tetos-país do Brasil forem rebaixados novamente.

Os ratings dos bancos podem sofrer rebaixamento também caso o ambiente operacional cada vez mais desafiador do Brasil deteriore os fundamentos financeiros do banco, particularmente rentabilidade, qualidade de ativos e capitalização.

Os ratings com perspectiva estável estão menos expostos a um rebaixamento do soberano; eles poderiam enfrentar pressão de baixa se os ratings de suas matrizes estrangeiras forem rebaixados, mas isso não está previsto atualmente uma vez que os ratings dos respectivos bancos estrangeiros tem perspectiva estável.

ENTIDADES AFETADAS

1. Banco ABC Brasil S.A.

2. Banco Alfa de Investimento S.A.

3. Banco BBM S.A.

4. Banco Bradesco S.A. e Banco Bradesco S.A. Cayman Branch

5. Banco BTG Pactual S.A.

6. Banco Cetelem S.A.

7. Banco Citibank S.A.

8. Banco Cooperativo Sicredi S.A.

9. Banco Daycoval S.A.

10. Banco do Brasil S.A. e Banco do Brasil S.A. Cayman Branch

11. Banco do Nordeste do Brasil S.A.

12. Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.

13. Banco do Estado de Sergipe S.A.

14. Banco do Estado do Pará S.A.

15. Banco Ford S.A.

16. Banco GMAC S.A.

17. Banco Industrial do Brasil S.A.

18. Banco Sofisa S.A.

19. BNDES - Banco de Desenvolvimento Econômico e Social

20. Banco Mizuho do Brasil S.A.

21. Banco PSA Finance Brasil S.A.

22. Banco Safra S.A. e Banco Safra S.A. Cayman Branch

23. Banco Santander (Brasil) S.A. e Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Branch

24. Banco Votorantim S.A. e Banco Votorantim S.A. Nassau Branch

25. BM&FBovespa S.A.

26. Caixa Econômica Federal (CAIXA)

27. China Construction Bank (Brasil) S.A. e China Construction Bank (Brasil) S.A., Cayman

28. HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo

29. ING Bank N.V. -- São Paulo Branch

30. Itaú Unibanco Holding S.A. e Itaú Unibanco Holding S.A. Cayman Branch

31. Itaú Unibanco S.A. e Itaú Unibanco S.A. Cayman Branch

(2) O PERFIL MACRO DO BRASIL MUDA PARA MODERADO COMO RESULTADO DO ENFRAQUECIMENTO DO PERFIL DE CRÉDITO DO GOVERNO BRASILEIRO

O rebaixamento pela Moody's do rating do governo brasileiro reflete em parte a atual deterioração do ambiente macroeconômico do país que aumenta os riscos para o sistema bancário. A Moody's rebaixou sua avaliação do perfil macro do Brasil em um nível para Moderado, de Moderado+. A redução da força econômica e institucional do Brasil considera a contínua e profunda recessão do país, a inflação persistentemente alta, e as complexas dinâmicas políticas que tornam difícil para o governo lidar com esses outros desafios.

O perfil Moderado do Brasil considera os seguintes pontos:

1. Força econômica em Moderada+, que reflete a economia grande e altamente diversificada do Brasil, contrabalançada pela expectativa da Moody's de que a profunda recessão do país continuará nos próximos 12 meses

2. Força institucional em Moderada, reflete a taxa de inflação persistentemente alta do país que revela a limitada efetividade da política monetária

3. A suscetibilidade ao evento de risco em Baixo+ , considera a falta de consenso, que tem levado a uma piora da governabilidade e não deve melhorar em 2016. Ao mesmo tempo, os níveis de reservas internacionais continuam funcionando como mitigadores a choques financeiros externos

4. As condições de crédito e captação continuam inalteradas sem nenhum ajuste, refletindo a desaceleração no crescimento do crédito que ocorreu em 2015 e deverá continuar neste ano, junto com a dependência limitada na captação externa e liquidez doméstica adequada.

5. A estrutura da indústria tem um ajuste negativo menos um levando em consideração a presença dominante dos bancos públicos, que representaram aproximadamente 52% do crédito total em 2015, e que ainda continuam expandindo mais rapidamente que os pares do setor privado.

(3) BCAS E RATINGS DE DEPÓSITOS DE 3 BANCOS FORAM AFETADOS PELA MUDANÇA NO PERFIL MACRO PARA MODERADO

A mudança do perfil macro do Brasil reflete as pressões crescentes sobre a qualidade de ativos e rentabilidade enfrentadas pelos bancos brasileiros. Para bancos cujos ratings não foram limitados pelo soberano, níveis mais altos de capital e liquidez são necessários para compensar sua crescente vulnerabilidade a esses riscos e para continuar a sustentar os mesmos ratings que esses bancos tinham no passado. Consequentemente, a Moody's rebaixou os ratings para três dessas entidades, cada um deles tinha uma perspectiva negativa anteriormente. Para os demais bancos, incluindo aqueles cujos ratings foram afirmados e os que não foram afetados por essa ação, os ratings atuais já antecipam o impacto da piora das condições operacionais.

BANCOS AFETADOS

BANCO VOTORANTIM S.A.

O rebaixamento do BCA do Banco Votorantim S.A.(BV) para ba3 de ba2 reflete as pressões elevadas sobre seu capital e qualidade de ativos provenientes do ambiente macroeconômico mais fraco. Com uma grande carteira de crédito de veículos usados, vulnerável ao crescente desemprego, a qualidade de ativos não deverá se recuperar como previsto anteriormente. Além disso, o banco está exposto a perdas de seus grandes clientes corporativos. O ambiente operacional atual também tornará mais difícil para o Banco Votorantim manter as melhoras recentes da rentabilidade, limitando assim a sua capacidade para melhorar o baixo indicador de capital ajustado.

O rebaixamento dos ratings de depósito e dívida sênior em moeda local do BV para Ba2 de Ba1 considera a sua avaliação de perfil de risco de crédito individual (BCA) menor e também o rebaixamento do BCA de seu acionista principal, o Banco do Brasil S.A., para ba2 de ba1. Os ratings de depósito em moeda local e de dívida sênior do BV incorporam o suporte do Banco do Brasil, refletindo a visão da Moody's de alta probabilidade de suporte do acionista. Os ratings de depósito em moeda estrangeira foram rebaixados para Ba3 de Ba1, em linha com o rebaixamento do teto para depósito em moeda estrangeira. A perspectiva negativa para os ratings do BV reflete a perspectiva negativa de seu controlador.

O QUE PODERIA ALTERAR O RATING -- REBAIXAMENTO

Os ratings do BV enfrentariam pressão de baixa se o Banco do Brasil for rebaixado novamente. Além disso, uma deterioração dos fundamentos financeiros do BV, refletidos em um rebaixamento de seu BCA, poderiam levar a outro rebaixamento de seu rating. Apesar do BCA do BV não enfrentar atualmente pressão de baixa adicional, ele poderia ser rebaixado se o banco ocorrer maior deterioração do que já antecipada da qualidade de ativos e rentabilidade.

BRB -- BANCO DE BRASÍLIA .S.A

O rebaixamento do rating de depósito do BRB-Banco de Brasília S.A. (BRB) para B1 de Ba3 e a mudança equivalente do seu BCA refletem os riscos crescentes para a rentabilidade e a qualidade de ativos, particularmente em relação às exposições do banco a crédito à consumidor e às pequenas e médias empresas na área do Distrito Federal. Neste contexto, o índice de capitalização ajustada do banco não é mais suficiente para suportar seu rating anterior. Ao mesmo tempo, o BCA de b1 do BRB reflete seus recursos de liquidez adequados e uma forte estrutura de captação, evidenciados por uma base de depósitos pulverizada e dependência muito baixa de fundos de mercado.

O QUE PODERIA ALTERAR O RATING -- REBAIXAMENTO

Uma deterioração acentuada da qualidade de ativos e/ou um declínio adicional da rentabilidade ou do capital levariam provavelmente a um rebaixamento adicional dos ratings.

BANCO PINE S.A.

O rebaixamento dos ratings de depósito do Banco Pine para B1 de Ba3, e a ação correspondente em seu BCA, reflete os riscos crescentes representados pela deterioração do ambiente operacional do Brasil para seus fundamentos financeiros e qualidade de ativo. O banco exibe grandes concentrações de crédito em relação ao seu capital em setores econômicos que enfrentam risco mais elevado de deterioração financeira no atual ambiente, tais como açúcar e etanol, e imobiliário. Por sua vez, a necessidade de aumentar as provisões para perdas com empréstimos à medida que atividade econômica continua a desacelerar poderia colocar ainda maior pressão sobre a rentabilidade do banco.

O QUE PODERIA ALTERAR O RATING -- REBAIXAMENTO

Pressão de baixa adicional sobre os ratings poderia emergir do aumento da inadimplência entre os grandes tomadores de empréstimos individuais do banco, uma vez que o banco tem uma carteira bastante concentrada, particularmente se isso afetar negativamente sua rentabilidade e/ou posição de capital.

(4) POTENTIAL RECALIBRAGEM DA EQUIVALÊNCIA ENTRE OS RATINGS NA ESCALA NACIONAL E OS RATINGS NA ESCALA GLOBAL

Com o rebaixamento recente do governo do Brasil na escala de rating global e outros emissores cujos perfis de risco são afetados por considerações de crédito relacionadas, a distribuição de ratings na escala nacional ("NSR") entre emissores no país se tornou compactada, particularmente no nível Aa2.br. Como consequência, a recalibragem da equivalência entre os ratings na escala nacional e os ratings na escala global pode não estar mais servindo adequadamente a um dos seus propósitos pretendidos, que é oferecer maior diferenciação de crédito entre emissores no Brasil que é possível na escala de ratings global. No entanto, se a metodologia de NSR da Moody's for revisada como na proposto na Solicitação de Comentário (RFC) intitulada Recalibragem da Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global ("Mapping National Scale Ratings from Global Scale Ratings"), publicada em 20 de janeiro, a nova escala brasileira resultante implicaria provavelmente que muitos ratings na escala global seriam remapeados para ratings mais elevados na escala nacional.

Apesar de o RFC ter incluído uma nova equivalência na escala nacional proposta para o Brasil, dadas as mudanças de ratings supracitadas, o novo modelo de equivalência para o Brasil diferirá provavelmente da proposta de equivalência específica incluída na solicitação. Além da equivalência brasileira proposta, o RFC engloba uma atualização proposta para nossa metodologia de equivalência entre os ratings na escala nacional e os ratings na escala global, incluindo diretrizes para o modelo de novos mapas e escala nacional e mudanças naqueles existentes, bem como mapas novos na escala nacional para cada país, para os quais atribuímos NSRs atualmente. O período de comentário para esse RFC terminou em 22 de fevereiro.

METODOLOGIAS UTILIZADAS

A metodologia principal utilizada nos ratings Banco ABC Brasil S.A., Banco Alfa de Investimento S.A., Banco BBM S.A., Banco Bradesco S.A., Banco Bradesco S.A., Grand Cayman Branch, Banco BTG Pactual S.A., Banco Cetelem S.A., Banco Citibank S.A., Banco Cooperativo Sicredi S.A. Banco Daycoval S.A., Banco do Brasil S.A., Banco Do Brasil S.A. (Cayman), Banco do Estado de Sergipe S.A., Banco do Estado do Para S.A., Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., Banco do Nordeste do Brasil S.A., Banco Ford S.A., Banco GMAC S.A., Banco Industrial do Brasil S.A., Banco Mizuho do Brasil S.A., Banco Pine S.A., Banco Psa Finance Brasil S.A., Banco Safra S.A., Banco Safra S.A. (Cayman Branch), Banco Santander (Brasil) S.A., Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Br, Banco Sofisa S.A., Banco Votorantim S.A., Banco Votorantim S.A. (Nassau Branch), BM&FBovespa S.A., BRB-Banco de Brasilia S.A., Caixa Economica Federal (CAIXA), China Construction Bank (Brasil) S.A., China Construction Bank (Brasil) S.A., Cayman, HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Multiplo, ING Bank N.V. - Sao Paulo, Itau Unibanco Holding S.A., Itau Unibanco Holding S.A. (Cayman Islands), Itau Unibanco S.A., Itau Unibanco S.A. (Cayman Islands), foi "Bancos" ("Banks") da Moody's, publicada em janeiro de 2016. Consulte a página de Metodologias de Rating no www.moodys.com.br para obter uma cópia dessa metodologia.

A metodologia principal usada nos ratings do Banco Nac. Desenv. Economico e Social -- BNDES foi "Emissores Relacionados ao Governo" ("Government-Related Issuers"), pulicada em outubro de 2014. Consulte a página de Metodologias de Rating no www.moodys.com.br para obter uma cópia dessa metodologia.

A metodologia principal utilizada no rating da BM&FBovespa foi a metodologia da "Indústria Global de Valores Mobiliários "("Global Securities Industry Methodology"), publicada em maio de 2013. Consulte a página de Metodologias de Rating no www.moodys.com.br para obter uma cópia dessa metodologia.

Os ratings na escala nacional da Moody's (NSRs) pretendem ser medidas relativas de idoneidade creditícia entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. OS NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em junho de 2014 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping Moody's National Scale Ratings to Global Scale Ratings").

ÚLTIMAS AÇÕES DE RATING

A última ação de rating para o Banco ABC Brasil S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings de dívida em moeda local e estrangeira, incluindo o rating da dívida sênior subordinada em moeda estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco Alfa de Investimento S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco BBM S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco Bradesco S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings de dívida em moeda estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou também em revisão para rebaixamento os ratings da dívida e as avaliações de risco de contraparte do Banco Bradesco S.A., Cayman Branch.

A última ação de rating para o Banco BTG Pactual S.A. foi em 1º de dezembro de 2015, quando a Moody's rebaixou seu BCA para ba2 de baa3, e seus ratings, incluindo os ratings de depósito de longo prazo na escala global em moeda local e estrangeira para Ba2 de Baa3; os ratings de depósito na escala global em moeda local e estrangeira para Not Prime de Prime-3; o rating sênior do programa MTN (moeda estrangeira) para (P)Ba2 de (P) Baa3; e o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira para A1.br de Aa1.br. Ao mesmo, a Moody's rebaixou os ratings atribuídos ao Banco BTG Pactual S.A., agências em Grand Cayman e Luxembourg s, incluindo os ratings de dívida sênior em moeda estrangeira para Ba2 de Baa3; o rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para Ba3 de Ba1; e rating de ação preferencial não cumulativa em moeda estrangeira para B2(hyb) de Ba3(hyb). Os ratings do banco e suas agências no exterior foram colocados em revisão para rebaixamento em 25 de novembro de 2015, e continuaram em revisão para potencial rebaixamento adicional.

A última ação de rating para o Banco Cetelem S.A foi em 22 de março de 2012, quando a Moody's afirmou todos os ratings, incluindo os ratings de depósito na escala global em moeda local de Ba1 e Not Prime, os ratings de depósito em moeda estrangeira de Ba1 e Not Prime e os ratings de depósito na escala nacional brasileira de Aa2.br e BR-1. A perspectiva para todos os ratings continuou estável.

A última ação de rating para o Banco Citibank S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; o rating de depósito em moeda estrangeira; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco Cooperativo Sicredi S.A. foi em 2 de dezembro de 2015, quando a Moody's atribuiu pela primeira vez ratings para o banco, incluindo BCA de ba1, ratings de emissor em moeda local de Ba1/Not Prime, para longo e curto prazo respectivamente, e ratings de emissor na escala nacional brasileira de Aa1.br e BR-1, para longo e curto prazo. Foi atribuída perspectiva estável.

A última ação de rating para o Banco Daycoval S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings de dívida em moeda local e estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco do Brasil S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; o rating da dívida em moeda estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte (CR) atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou também em revisão para rebaixamento os ratings de dívida e as avaliações de risco de contraparte atribuídos para o Banco do Brasil (Cayman), enquanto o rating de ação preferencial não cumulativa em moeda estrangeira de B1(hyb) e o rating da dívida subordinada júnior em moeda estrangeira de B1(hyb) não foram afetados por esta ação.

A última ação para o Banco do Sergipe S.A. (Banese) foi em 25 de novembro de 2015, quando a Moody's afirmou os ratings do Banese e alterou a perspectiva deles para negativa, de estável, incluindo a perspectiva para seus ratings de depósito de longo prazo na escala global em moeda loca e estrangeira.

A última ação para o Banco o Estado do Pará S.A. (Banpará) foi em 25 de novembro de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings e avaliações atribuídos ao banco, incluindo os ratings de depósito na escala global de longo e curto prazo de Ba3 e Not Prime, os ratings de depósito na escala nacional brasileira de longo e curto prazo de A2.br e BR-2, e o BCA de ba3. A perspectiva para todos os ratings continuou estável.

A última ação para o Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul) foi em 8 de outubro de 2015, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira do banco para Ba1 de Baa3, e seus ratings de depósito de curto prazo para Not Prime de Prime-3. A Moody's rebaixou também o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileiro do Banrisul para Aa2.br de Ass.br e seu rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para Ba2 de Ba1. Além disso, a perspectiva para todos os ratings foi alterada para negativa de estável.

A última ação de rating para o Banco Ford S.A. foi em 11 de maio 2015, quando a Moody's elevou o BCA do Banco para ba2, de ba3. Ao mesmo tempo, os ratings de depósito na escala global e em moeda local e estrangeira foram afirmados, bem como os ratings de depósito na escala nacional brasileira de Aa1.br. Os ratings de depósito consideraram a probabilidade de suporte da controladora do banco, a Ford Motor Credit Company LLC. Essa ação de rating foi relacionada à implementação de uma nova metodologia para bancos.

A última ação de rating para o Banco GMAC S.A. foi em 3 de novembro de 2014, quando a Moody's afirmou os ratings autônomos de força financeira bancária (BFRS) do banco e manteve seus respectivos BCAs em ba3. A Moody's elevou também os ratings de depósito de longo prazo na escala global em moeda local e estrangeira do Banco GMAC para Ba2, de Ba3. Além disso, a Moody's elevou os ratings de depósito na escala nacional brasileira de longo e curto prazo do Banco GMAC para A1.br e BR-1, de A3.br e BR-2, respectivamente. A perspectiva para todos os ratings continuou estável.

A última ação de rating para o Banco Industrial do Brasil S.A. (BIB) foi em 26 de abril de 2013, quando a Moody's afirmou os ratings, incluindo os ratings de depósito na escala global e moeda local e estrangeira de Ba2 e Not Prime, e os ratings de depósito na escala nacional brasileira de A1.br e BR-1. A perspectiva para todos os ratings continuou estável.

A última ação de rating para o Banco Mizuho do Brasil S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de depósito em moeda estrangeira. Todos os outros ratings não foram afetados por essa ação. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o rating de depósito em moeda estrangeira; o rating de dívida em moeda estrangeira; e os ratings na escala nacional atribuídos ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Banco Pine foi em 12 de junho de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings atribuídos para o banco, incluindo o BCA de ba3, os ratings de depósito na escala global em moeda local e estrangeira de Ba3, bem como os ratings de dívida subordinada B1, respectivamente. Os ratings na escala nacional brasileira de longo e curto prazo de A3.br e BR-2 foram também afirmados. A perspectiva para esses ratings continuou negativa.

A última ação de rating para o Banco PSA Finance S.A. foi em 14 de agosto de 2015, quando a Moody's afirmou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira em Ba2, e alterou a perspectiva dos ratings para positiva, de estável, seguindo a mudança na perspectiva para os ratings do controlador do Banco PSA com sede na França, o Banque PSA Finance (BPF; Baa3/Baa3 positivo, ba2). Todos os outros ratings foram afirmados.

A última ação de rating para o Banco Safra S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; os ratings de dívida em moeda local e estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de dívida e as avaliações de risco de contraparte atribuídos ao Banco Safra S.A. (Cayman Branch).

A última ação de rating para o Banco Santander (Brasil) S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; o rating de dívida em moeda estrangeira; e a avaliação de risco de contraparte atribuída ao banco. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de dívida e as avaliações de risco de contraparte atribuídos ao Banco Santander (Brasil) S.A. - Cayman Br.

A última ação de rating para o Banco Sofisa S.A. foi em 28 de setembro de 2015, quando a Moody's afirmou todos os ratings atribuídos ao bancos, incluindo os ratings de depósitos de longo e curto prazo em moeda local e estrangeira em Ba2 e Not Prime, respectivamente, os ratings de depósito de longo e curto prazo na escala nacional brasileira em Aa3.br e BR-1, e o rating de dívida sênior sem garantia de longo prazo em moeda estrangeira do Programa GMTN de (P)Ba2. A Moody's afirmou também o BCA e o BCA ajustado do Sofisa em ba2, e suas avaliações de risco de contraparte de longo e curto prazo em Ba1(cr) e Not Prime(cr). A perspectiva de todos os ratings continuou estável.

A última ação de rating para o Banco Votorantim S.A. foi em 9 de novembro de 2015, quando a Moody's rebaixou o BA para ba2 de ba1, os ratings de depósito e de dívida de longo prazo em moeda local e estrangeira para Ba1 de Baa3; seus ratings de depósito de curto prazo em moeda local e estrangeira para Not Prime de Prime 3; os ratings de dívida de longo prazo em moeda estrangeira para sua filial de Nassau para Ba1 de Baa3; seu rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para Ba2 de Ba1; e seu rating de depósito na escala nacional brasileira para Aa2.br de Aa1.br. A perspectiva para todos os ratings continuou negativa. As avaliações de risco de contraparte de longo e curto prazo do Banco Votorantim e sua filial de Nassau foram rebaixados para Baa3(cr)/Prime 3(cr), de Baa2(cr)/Prime 2(cr), respectivamente.

A última ação de rating para o BM&FBovespa S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de dívida em moeda local e estrangeira atribuídos ao emissor. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o BRB -- Banco Regional de Brasília S.A. foi em 25 de novembro, quando a Moody's rebaixou os ratings na escala nacional brasileira atribuídos para o banco para A3.br e BR-2, de A2.br em BR-1, para longo e curto prazo, respectivamente, e alterou também a perspectiva dos ratings do BRB para negativa, de estável, incluindo os ratings de depósito de longo prazo na escala global em moeda local e estrangeira, e seus ratings de depósito na escala nacional brasileira.

A última ação de rating para a Caixa Econômica Federal (Caixa) foi em 10 de dezembro de 2015, quando Moody's rebaixou o BCA para ba3, de ba2, e também o rating da dívida subordinada em moeda estrangeira para B1 (hyb), de Ba3 (hyb), o que foi ancorado no BCA. Todos os outros ratings e avaliação de risco de contraparte atribuídos para a Caixa foram colocados em revisão para rebaixamento, seguindo o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para a China Construction Bank (Brasil) S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando Moody's colocou em revisão para rebaixamento o rating de depósito em moeda estrangeira de Baa3 e o rating de dívida em moeda estrangeira de (P)Baa3, bem como o rating de depósito de curto prazo de P-3 atribuído ao banco. Todos os outros ratings atribuídos para o China Construction Bank (Brasil) não foram afetados. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para a HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Multiplo's (HSBC Brasil) foi em 16 de dezembro de 2015, quando Moody's colocou em revisão para rebaixamento o rating de depósito de longo prazo na escala nacional brasileira de Aaa.br. A revisão seguiu o anunciou da revisão para rebaixamento do BCA de baa3 do Banco Bradesco S.A. (Bradesco) em 10 de dezembro de 2015, tendo em vista os planos do HSBC Holding Plc para vender o HSBC Brasil ao Bradesco. Todos os outros ratings atribuído ao HSBC Brasil não foram afetados.

A última ação de rating para a ING Bank N.V. - São Paulo foi em 10 de dezembro de 2015, quando Moody's rebaixou o rating de depósito em moeda local e estrangeira e a avaliação de risco de contraparte atribuída ao emissor. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3.

A última ação de rating para o Itaú Unibanco Holding S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de dívida em moeda local e estrangeira, bem como os ratings na escala nacional atribuídos ao emissor. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou em revisão para rebaixamento os ratings de dívida atribuídos ao Itaú Unibanco Holding S.A. (Cayman Islands).

A última ação de rating para o Itaú Unibanco S.A. foi em 10 de dezembro de 2015, quando Moody's colocou em revisão para rebaixamento o BCA; os ratings de depósito em moeda local e estrangeira; o rating de dívida em moeda estrangeira; os ratings na escala nacional; e a avaliação de risco de contraparte atribuídos ao emissor. A ação seguiu o anúncio da revisão para rebaixamento do rating dos títulos de dívida do Brasil para Baa3. Ao mesmo tempo, a Moody's colocou em revisão para rebaixamento o rating de depósito em moeda estrangeira, o rating de dívida em moeda estrangeira e a avaliação de risco de contraparte atribuídos ao Itaú Unibanco S.A. (Cayman Islands).

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.br.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

A informação a seguir complementa a seção 10 ("informações relativas a conflitos de interesses, conforme exigido pelo parágrafo (a)(1)(ii)(J) da SEC Rule 17g-7") das divulgações regulatórias realizadas na aba de ratings na página do emissor/entidade no www.moodys.com.br para cada rating de crédito:

Para identificação de quais ratings de crédito têm partes que pagaram ou não a Moody's por serviços diferentes de rating de crédito no mais recente ano fiscal encerrado, consulte a lista detalhada no link a seguir: under the following link: http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_182341.. Esta lista é parte integrante deste comunicado de imprensa.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a aba de ratings na página do emissor em www.moodys.com.br para acessar cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre o analista líder e sobre a entidade legal da Moody's que atribuiu os ratings.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

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Moody's rebaixa vários bancos brasileiros, uma holding bancária e a BM&FBovespa; perspectiva negativa
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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.