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Rating Action:

Moody's recalibra a escala nacional de rating do Brasil e reposiciona os ratings na escala nacional de bancos e instituições financeiras brasileiras

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11 May 2016

New York, May 11, 2016 -- Serviços aos Investidores Moody reposicionou os ratings na escala nacional (NSRs) de 28 bancos e instituições financeiras brasileiras, em conjunto com a recalibragem da escala nacional de rating do Brasil.

Os NSRs, que oferecem uma medida relativa de qualidade de crédito dentro de um único país, são derivados de ratings na escala global (GSRs), utilizando mapas de equivalência específicos em cada país. A adoção de uma correspondência revisada entre os GSRs e a escala nacional no Brasil da Moody's segue a publicação da atualização da metodologia Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global ("Mapping Moody's National Scale Ratings from Global Scale Ratings") http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_189628 . Para mais informações, favor consultar "Moody's publishes updated methodology for national scale ratings" https://www.moodys.com/research/Moodys-publica-metodologia-atualizada-para-ratings-na-escala-nacional--PR_348580 .

Com aproximadamente 170 emissores fundamentais classificados no Brasil, o novo mapa de equivalência foi modelado utilizando a abordagem modificada, pela qual o modelo de equivalência é ajustado para refletir a distribuição dos ratings fundamentais no país com a finalidade de assegurar oportunidade adequada para diferenciação onde os ratings estão mais altamente concentrados. Os ratings de operações estruturadas não foram levados em consideração na determinação do mapa de equivalência. Dado que menos de 5% dos emissores fundamentais possuem ratings iguais ou mais altos que o ponto de ancoragem anterior, ou o GSR mais baixo que pode corresponder a Aaa.br, o ponto de ancoragem foi rebaixado para Ba1 de Baa3 de acordo com o novo mapa de equivalência. Portanto, como aproximadamente 15% dos emissores fundamentais possuem rating mais alto que o rating Ba2 dos títulos do governo do Brasil, o ponto de ancoragem continua um nível acima do soberano. Tendo em vista que quase 40% dos emissores fundamentais possuem rating Ba2 na escala global, o Ba2 corresponde a três ratings na escala nacional, Aa1.br, Aa2.br e Aa3.br, para permitir a adequada oportunidade de diferenciação de crédito entre esses emissores. O GSR Ba3, que é atribuído a outros 20% dos emissores fundamentais, corresponde também a três ratings na escala nacional. Além disso, para esclarecer o significado dos NSRs, a sobreposição -- onde dois GSRs podem corresponder ao mesmo NSR -- foi eliminada do mapa de equivalência da escala nacional brasileira, de modo que cada NSR corresponda a apenas um GSR. Em consequência dessas mudanças, os GSRs de B1 e acima desse nível corresponderão, em alguns casos, a NSRs mais elevados na escala nacional brasileira do que eram anteriormente, enquanto GSRs de B2 e abaixo desse nível podem corresponder a NSRs menores.

Consequentemente, aproximadamente 35% dos NSRs de longo prazo dos emissores fundamentais estão sendo reposicionados para cima e aproximadamente 20% estão sendo posicionados para baixo. Certos NSRs, incluindo os de curto prazo, podem também ser afetados para esses e outros emissores. Além disso, aproximadamente um terço dos NSRs atribuídos a operações estruturadas no Brasil estão sendo reposicionados para cima, enquanto cerca de 15% estão sendo reposicionados para baixo. A mudança é em média de um nível. O reposicionamento dos NSRs dos emissores individuais não significa uma mudança no risco de crédito, visto que os GSRs para esses emissores continuam inalterados.

Como resultado da recalibragem, o nível de risco associado a um NSR brasileiro em particular (por exemplo, Aa2.br) mudou em muitos casos. Os NSRs não possuem significado absoluto inerente em termos de risco de default ou perda esperada; eles são classificações ordinais da qualidade de crédito relativa a outros emissores domésticos em um determinado país. Uma probabilidade histórica de default e/ou a perda esperada consistente com um determinado NSR pode ser inferida a partir do GSR para o qual ela equivale de volta neste ponto específico do tempo. No entanto, a probabilidade de default e a perda esperada de um NSR podem mudar se e quando a escala nacional de um país for remapeada.

EMISSORES E RATINGS AFETADOS

Clique no link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_189783 para acessar a lista de ratings afetados. Esta lista é uma parte integrante deste comunicado e identifica cada emissor afetado.

FUNDAMENTO DOS RATINGS

Os NSRs são atribuídos por meio da aplicação da equivalência publicada partindo dos GSRs. Quando um único GSR equivale a múltiplos NSRs, os comitês de rating atribuem NSRs mais altos ou mais baixos para emissores individuais e dívidas dependendo de sua posição relativa de crédito dentro da mesma categoria de GSR, utilizando as mesmas metodologias que foram usadas para determinar os próprios GSRs.

O QUE PODE MUDAR O RATING PARA CIMA OU PARA BAIXO

Os NSRs enfrentarão pressão de alta ou de baixa se os GSRs correspondentes forem elevados ou rebaixados, a menos que isso esteja combinado com uma ação de rating soberano que resulte em outra recalibragem da escala nacional brasileira com um impacto de compensação nos NSRs. Além disso, os NSRs podem ser reposicionados para cima (para baixo) caso o rating soberano do Brasil for rebaixado (elevado) e o mapa de equivalência for revisado em conformidade, mas que os GSRs correspondentes não mudaram em consequência da ação soberana. Dada a maior granularidade das escalas nacionais, os NSRs podem sofrer pressão também devido a mudanças na qualidade de crédito que não são suficientes para provocar uma alteração no GSR correspondente, avaliada pelas mesmas metodologias utilizadas para determinar o GSR.

METODOLOGIAS UTILIZADAS

A principal metodologia utilizada nos ratings de Banco Alfa de Investimento S.A., Banco Bradesco S.A., Banco BTG Pactual S.A., Banco Cetelem S.A., Banco do Brasil S.A, Banco do Estado de Sergipe S.A., Banco do Estado do Para S.A., Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., Banco Fibra S.A., Banco Ford S.A., Banco GMAC S.A., Banco Industrial do Brasil S.A., Banco Mercantil do Brasil S.A., Banco Pan S.A., Banco Paulista S.A., Banco Pine S.A., Banco PSA Finance Brasil S.A., Banco Safra S.A., Banco Santander (Brasil) S.A., Banco RCI Brasil S.A., Banco Votorantim S.A., BRB-Banco de Brasília S.A., Caixa Econômica Federal (CAIXA), China Construction Bank (Brasil) S.A., HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Múltiplo, Itaú Unibanco Holding S.A. e Itaú Unibanco S.A. foi Bancos ("Banks"), publicada em janeiro de 2016.

A principal metodologia utilizada no rating de Banco Nac. Desenv. Economico e Social -- BNDES foi Emissores Relacionados ao Governo ("Government-Related Issuers"), publicada em outubro de 2014.

Os ratings em escala nacional da Moody's (NSRs) são destinados como medidas relativas de qualidade de crédito entre emissões e emissores de dívida dentro de um país, possibilitando aos participantes do mercado uma melhor diferenciação dos riscos relativos. Os NSRs são diferentes dos ratings da escala global no sentido de que não são globalmente comparáveis ao universo completo das entidades classificadas pela Moody's, mas apenas com outras entidades classificadas dentro do mesmo país. Os NSRs são designados por um modificador ".nn" que indica o país relevante, como ".za" no caso da África do Sul. Para mais informações sobre a abordagem da Moody's para ratings na escala nacional, consulte a Metodologia de Ratings da Moody's publicada em maio de 2016 sob o título "Equivalência entre os Ratings na Escala Nacional e os Ratings na Escala Global da Moody's" ("Mapping National Scale Ratings to Global Scale Ratings"). Embora os NSRs não tenham significado absoluto inerente em termos de risco de default ou perda esperada, pode-se inferir uma probabilidade histórica de default consistente com um dado NSR a partir do GSR para o qual o NSR mapeia em um momento específico. Consulte https://www.moodys.com/researchdocumentcontentpage.aspx?docid=PBC_189530 para informações sobre taxas de default históricas associadas às diferentes categorias de ratings na escala global em distintos horizontes de investimentos.

ÚLTIMAS AÇÕES DE RATING

A última ação de rating para Banco Alfa de Investimento S.A. (Alfa) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCA) do banco para ba2, de baa3, bem como os ratings de depósitos de longo e curto prazo em moeda local para Ba2/Not Prime, de Baa3/Prime-3, seguindo o rebaixamento dos títulos do governo do Brasil para Ba2, de Baa3. O rating de depósitos em moeda estrangeira do Alfa foi rebaixado para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. O rating de depósito em escala NSR do banco foi rebaixado para Aa2.br, de Aa1.br. As avaliações de risco de contraparte atribuídas ao Alfa também foram rebaixadas para Ba1(cr)/NP(cr). A perspectiva para os ratings na escala global foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco Bradesco S.A. foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCA) do banco para ba2, de baa3, bem como os ratings de depósito de longo e curto prazo em moeda local para Ba2/Not Prime, deBaa3/Prime-3 e o rating de dívida sênior em moeda estrangeira para Ba2 de Baa3, seguindo o rebaixamento dos ratings dos títulos de dívida do governo do Brasil para Ba2, de Baa3. O rating de depósito em moeda estrangeira do Bradesco foi rebaixado para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. O rating de depósito em escala NSR do banco foi rebaixado para Aa2.br, de Aaa.br. As avaliações de risco de contraparte atribuídas ao Bradesco também foram rebaixadas para Ba1(cr)/NP(cr). A perspectiva para os ratings na escala global foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco BTG Pactual S.A. foi em 11 de março de 2016, quando a Moody's rebaixou sua avaliação de perfil de risco de crédito individual (BCA) do banco para ba3 de ba2, e os ratings, incluindo o rating de depósitos em moeda local na escala global para Ba3 de Ba2; o rating do programa MTN sênior sem garantia (moeda estrangeira) para (P)Ba3 de(P)Ba2; e o rating de depósito em escala NSR para A2.br. O rating de depósito em moeda estrangeira de Ba3 bem como os ratings Not Prime da dívida e depósitos de curto prazo foram mantidos. A avaliação de risco de contraparte de crédito de longo prazo atribuída ao BTG Pactual também foi rebaixada para Ba2(cr) e a de curto prazo permaneceu em NP(cr). A perspectiva para os ratings foi alterada para negativa.

A última ação de rating para Banco Cetelem S.A. foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou o rating de depósitos em moeda estrangeira do banco para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. Todos os demais ratings foram afirmados. A perspectiva deste rating foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos soberanos. Todos os demais ratings foram mantidos com perspectiva estável.

A última ação de rating para Banco do Brasil S.A. (BB) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou sua avaliação de perfil de risco de crédito individual (BCA) do banco para ba2, de ba1, bem como os ratings de depósito de longo e curto prazo em moeda local para Ba2/Not Prime, de Baa3/Prime-3, e o rating de dívida sênior sem garantia em moeda estrangeira atribuída ao programa para (P)Ba2 de (P)Baa3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. O rating de depósito em moeda estrangeira foi rebaixado para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. O rating de depósitos em escala NSR foi rebaixado para Aa2.br, de Aaa.br. As avaliações de risco de contraparte de crédito atribuídas ao BB também foram rebaixadas para Ba1(cr)/NP(cr). A perspectiva deste rating foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco do Estado de Sergipe S.A. (Banese) foi 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou o rating de depósitos em moeda estrangeira do banco para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. Todos os demais ratings foram mantidos. A perspectiva para o rating em escala global do banco foi alterada para negativa, em linha com a perspectiva negativa para os ratings dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco do Estado do Pará S.A. (Banpara) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's alterou a perspectiva para o rating Ba3 de depósitos em moeda estrangeira do banco para negativa, de estável, em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou a avaliação de perfil crédito individual (BCA) do banco para ba2, de ba1, bem como os ratings de depósito de longo prazo em moeda local para Ba2, de Ba1 e o rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para Ba3, seguindo o rebaixamento dos títulos de dívida do governo do Brasil para Ba2, de Baa3. O rating de depósitos em moeda estrangeira do Banrisul foi rebaixado para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. O rating de depósitos em escala NSR foi rebaixado para Aa2.br, de Aaa.br. A avaliação de risco de contraparte de crédito atribuída ao Banrisul também rebaixada, parafoi Ba1(cr). Todos os demais ratings de curto prazo foram mantidos. A perspectiva para os ratings em escala global permaneceu negativa.

A última ação de rating para Banco Fibra S.A. (Fibra) foi em 21 de setembro de 2015, quando a Moody's rebaixou o BCA do Fibra para b3 de b1; os ratings de depósito de longo prazo em moeda estrangeira nas escalas global e local para B3 de B1; o rating do programa MTN sênior sem garantia (moeda estrangeira) para (P)B3 de (P)B1; o rating da dívida subordinada de longo prazo em moeda estrangeira para Caa1 de B2; o rating de depósitos em escala NSR para B1.br de Baa2.br e o rating de curto prazo em escala NSR para BR-4 de BR-2. A perspectiva para os ratings permaneceu negativa.

A última ação de rating para Banco Ford S.A. foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou o rating de depósitos em moeda estrangeira do banco para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. A perspectiva para este rating foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa para os ratings dos títulos soberanos. Todos os demais ratings foram afirmados com perspectiva estável.

A última ação de rating para Banco GMAC S.A. foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's afirmou todas as avaliações de crédito e ratings atribuídos ao banco, incluindo o BCA de ba3 e ratings de depósito em moeda local de Ba2/Not Prime no longo e curto prazo, respectivamente. Ao mesmo tempo, a Moody's rebaixou o rating de depósito de longo prazo em moeda estrangeira para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. A perspectiva para este rating foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa para os ratings dos títulos soberanos. Todos os demais ratings foram afirmados com perspectiva estável.

A última ação de rating para Banco Industrial do Brasil S.A. (BIB) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's alterou a perspectiva para o rating Ba2 de depósitos em moeda local e rebaixou o rating de depósitos de longo prazo em moeda estrangeira para Ba3, seguindo o rebaixamento do teto para depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3, de Baa3. A perspectiva para este rating foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa para os ratings dos títulos soberanos. Todos os demais ratings foram mantidos.

A última ação de rating para Banco Nac. Desenv. Economico e Social - BNDES foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou para Ba2 e Not Prime de Baa3 e Prime-3, longo e curto prazo, respectivamente, os ratings de emissor em moeda local na escala global atribuídos ao BNDES. Ao mesmo tempo, os ratings de depósito em moeda estrangeira do BNDES foram rebaixados para Ba3 e Not-Prime de Baa3 e Prime-3, o rating dos bônus sêniores de longo prazo sem garantia para Ba2 de Baa3 e o rating em escala NSR para Aa2.br de Aaa.br. A Moody's também rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCA) do BNDES para ba2 de ba1. A ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos de dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, anunciado em 24 de fevereiro de 2016. A perspectiva para os ratings foi alterada para negativa, em linha com a perspectiva negativa dos títulos soberanos.

A última ação de rating para Banco Mercantil do Brasil S.A. (BMB) foi em 5 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira para B3 de B2; bem como o rating em escala NSR para B1.br de Ba2.br, o rating de longo prazo em moeda estrangeira para o programa MTN sem garantia para (P)B3 de (P)B2 e o rating de dívida subordinada de longo prazo sem garantia em moeda estrangeira para Caa1 de B3. Ao mesmo tempo, a Moody's rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCA) e o BCA ajustado do BMB para b3 de b2 e a Avaliação de Risco de Contraparte (CRA) para B2(cr) de B1(cr). Os ratings e avaliações de curto prazo foram afirmados e a perspectiva foi mantida em negativa.

A última ação de rating para Banco Pan S.A. foi 10 de dezembro de 2015, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira na escala global para B1 de Ba2; o rating do programa MTN sênior sem garantia (moeda estrangeira) para (P)B1 de(P)Ba2; o rating de dívida subordinada em moeda estrangeira para B2 de Ba3; o rating de depósitos em escala NSR para Baa2.br de A1.br e o rating de depósitos de curto prazo em escala NSR para BR-2 de BR-1. Ao mesmo tempo, o BCA do Pan foi rebaixado para b2 de b1. Os ratings de depósito de curto prazo em moeda local e estrangeira na escala global de Not Prime foram afirmados. A perspectiva para todos os ratings foi mantida estável.

A última ação de rating do Banco Paulista S.A. foi 25 de Outubro de 2013, quando a Moody's rebaixou a sua avaliação de perfil de crédito individual (BCA) para b2, bem como os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira para B2, de B1, e rating de depósitos em escala NSR para Baa3.br, de Baa2.br. A perspectiva de todos os ratings permaneceu estável.

A data da última ação de rating para Banco Pine S.A. foi 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira para B1 de Ba3 e o BCA para b1 de ba3. Ao mesmo tempo, a rating de longo prazo na escala nacional brasileira do Pine foi rebaixado para Baa1.br, assim como o rating atribuído a dívida subordinada em moeda estrangeira para B2 e a avaliação de risco de contraparte de longo prazo para Ba3(cr).Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, em 24 de fevereiro de 2016, e a resultante mudança do perfil macro do Brasil para Moderado de Moderado+ em 25 de fevereiro de 2016. Os ratings de curto prazo foram mantidos. A perspectiva foi alterada para estável.

A última ação de rating para Banco PSA Finance Brasil S.A. foi 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou o rating de depósitos em moeda estrangeira atribuído ao Banco PSA para Ba3, de Ba2, e alterou para negativa a perspectiva para o rating. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, em 24 de fevereiro de 2016. Todos os demais ratings e avaliações foram afirmados. O rating de depósitos em moeda local tem perspectiva positiva em consequência da perspectiva para o rating do controlador do PSA.

A última ação de rating para Banco Safra S.A. (Safra) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou todos os ratings atribuídos ao Safra, incluindo o BCA para ba2 de baa3, e os ratings de depósito em moeda local de longo e curto prazo para Ba2/Not Prime, de Baa3/Prime-3, bem como o rating de depósitos em escala NSR para Aa2.br. O rating de depósitos de curto prazo em escala NSR foi mantido em BR-1. Os ratings de depósito em moeda estrangeira também foram rebaixados, para ba3 e Not Prime no longo e curto prazo respectivamente. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, em 24 de fevereiro de 2016.

A última ação de rating para Banco Santander (Brasil) S.A. foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCAs) e os ratings de depósito e dívida do banco que são limitados ou pelo ratings dos títulos de dívida do governo do Brasil ou pelos tetos para o país. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, e alteração dos tetos para o país em 24 de fevereiro de 2016.

A última ação de rating para Banco Votorantim S.A. (BV) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou a avaliação de perfil de crédito individual (BCA) para ba3 e ba2 e também os ratings de depósito e de dívida sênior para Ba2 de Ba1.Os ratings de depósito em moeda estrangeira foram rebaixados para Ba3, de Ba1, em linha com o rebaixamento do teto para depósitos em moedas estrangeira do Brasil. A perspectiva para os ratings é negativa.

A última ação de rating para BRB - Banco Regional de Brasília S.A. (BRB) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou o BCA do BRB para b1 e os ratings de depósito de longo prazo em moeda local e estrangeira na escala global B1 de Ba3. Os ratings de curto prazo foram mantidos. A perspectiva para os ratings é estável.

A última ação de rating para Caixa Econômica Federal (Caixa) foi 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou todos os ratings suportados atribuídos à Caixa seguindo o rebaixamento dos títulos do governo do Brasil para Ba2/Negativa. Os ratings de depósito de longo e curto prazo em moeda local foram rebaixados para Ba2/Not Prime, de Baa3/Prime-3, e o rating da dívida sênior de longo prazo sem garantia para Ba2, de Baa3. O rating de depósito em moeda estrangeira foi rebaixado para Ba3/Not Prime, no longo e curto prazo, respectivamente, em linha com o rebaixamento para o teto de depósitos em moeda estrangeira do Brasil para Ba3. O rating de depósitos de longo prazo em escala NSR também foi rebaixado para Aa2.br, de Aaa.br, enquanto o de curto prazo foi mantido em BR-1. A perspectiva para os ratings foi alterada para negativa em linha com a perspectiva negativa para os ratings dos títulos de dívida do governo do Brasil. Ao mesmo tempo, o BCA de ba3 da Caixa foi mantido, bem como o rating atribuído às notas de capital de Nível III da Basiléia.

A última ação de rating para China Construction Bank (Brasil) S.A. (CCB Brasil) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito em moeda estrangeira e da dívida sênior do banco, que são limitados pelos tetos do país. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil para Ba2, com perspectiva negativa, e alteração dos tetos para o país em 24 de fevereiro de 2016. Todos os demais ratings foram mantidos e tem perspectiva negativa.

A última ação de rating para Banco RCI Brasil S.A. (RCI Brasil) foi em 30 de março de 2016, quando a Moody's atribuiu ratings à nova entidade bancária criada após a conversão da companhia de leasing do grupo, a Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil S.A., em Banco RCI Brasil, que incorporou os ativos e passivos da companhia financeira Companhia de Credito, Financ. e Investimento RCI Brasil S.A.. A Moody's atribuiu ratings de depósito de longo e curto prazo em moeda local na escala global de Ba1 e Not-Prime, respectivamente, ao Banco RCI, e ratings de depósito de curto e longo prazo em moeda estrangeira de Ba3 e Not-Prime, bem como ratings de depósito de longo e curto prazo em escala NSR de e BR-1. A Moody's também atribuiu perfil de crédito individual (BCA) de ba3, e BCA ajustado de ba1 ao banco, e avaliação de risco de contraparte de Baa3(cr) e Prime-3(cr), no longo e curto prazo, respectivamente. A perspectiva para os ratings de longo prazo é estável prazo, exceto o rating de depósito em moeda estrangeira de Ba3, que tem perspectiva negativa.

A última ação de HSBC Bank Brasil S.A. - Banco Multiplo's (HSBC Brasil) foi 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou os ratings de depósito e de dívida do HSBC Brasil, bem com a avaliação de perfil de crédito individual de ba2, de baa3. O rebaixamento dos ratings do HSBC Brasil segui-se ao rebaixamento dos títulos de dívida do governo do Brasil para Ba2, de Baa3, anunciado em 24 de fevereiro de 2016. Os ratings do HSBC Brasil são limitados pelos ratings soberanos e/ou pelos tetos do país que foram alterados em consequência do rebaixamento soberanos. A. Moody's manteve a revisão para rebaixamento para todos os ratings.

A última ação de rating para Itaú Unibanco S.A. (IU) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou todos os ratings e avaliações atribuídos ao IU, incluindo o BCA para ba2, o rating de depósito em moeda local para Ba3/Not Prime, no longo e curto prazo respectivamente. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil de Baa3 para Ba2, com perspectiva negativa, e alteração dos tetos para o país. Todos os ratings têm perspectiva negativa em linha com a perspectiva negativa dos ratings dos títulos do governo do Brasil.

A última ação de ratings para Itaú Unibanco Holding S.A. (IUH) foi em 25 de fevereiro de 2016, quando a Moody's rebaixou todos os ratings atribuídos ao IUH, incluindo o rating de emissor em moeda local para Ba3/Not Prime, no longo e curto prazo, respectivamente, que permaneceram um nível abaixo do rating de depósitos de seu principal banco operacional, o IU. O rating sênior sem garantia e o rating da dívida subordinada também foram rebaixados para Ba3. Esta ação de rating seguiu-se ao rebaixamento dos ratings dos títulos da dívida do governo do Brasil de Baa3 para Ba2. Todos os ratings têm perspectiva negativa em linha com a perspectiva para os ratings dos títulos de dívida do governo do Brasil.

DIVULGAÇÕES REGULATÓRIAS

Clique neste link http://www.moodys.com/viewresearchdoc.aspx?docid=PBC_189783 para acessar a lista de rating afetados. Esta lista é uma parte integrante deste comunicado e oferece, para cada um dos ratings cobertos, divulgações regulatórias da Moody's dos seguintes itens:

-Analista Responsável

-Metodologia Principal

-Escritório de Divulgação

-Pessoa Responsável pela Aprovação do Rating de Crédito

Para ratings atribuídos a um programa, série ou categoria/classe de dívida, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes a cada um dos ratings de títulos ou notas emitidas subsequentemente da mesma série ou categoria/classe de dívida ou de um programa no qual os ratings sejam derivados exclusivamente dos ratings existentes, de acordo com as práticas de rating da Moody's. Para os ratings atribuídos a um provedor de suporte, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes à ação de rating do provedor de suporte e referentes a cada uma das ações de rating dos títulos que derivam seus ratings do rating do provedor de suporte. Para ratings provisórios, este anúncio fornece divulgações regulatórias pertinentes ao rating provisório atribuído, e em relação ao rating definitivo que pode ser atribuído após a emissão final da dívida, em cada caso em que a estrutura e os termos da transação não tiverem sido alterados antes da atribuição do rating definitivo de maneira que pudesse ter afetado o rating. Para maiores informações, consulte a aba de ratings na página do respectivo emissor/entidade disponível no www.moodys.com.br.

Para quaisquer títulos afetados ou entidades classificadas que recebam suporte de crédito direto da(s) entidade(s) primária(s) desta ação de rating, e cujos ratings possam mudar como resultado dessa ação, as divulgações regulatórias associadas serão aquelas da entidade fiadora. Exceções desta abordagem existem para as seguintes divulgações: Serviços Acessórios, Divulgação para a entidade classificada e Divulgação da entidade classificada.

As informações de contato abaixo são fornecidas apenas para fins informativos. Consulte a aba de ratings na página do emissor em www.moodys.com.br para acessar cada um dos ratings cobertos, as divulgações da Moody's sobre o analista líder e sobre a entidade legal da Moody's que atribuiu os ratings.

As divulgações regulatórias contidas neste comunicado de imprensa são aplicáveis ao rating de crédito e, se aplicável, também à perspectiva ou à revisão do rating.

Consulte o www.moodys.com para atualizações e alterações relacionadas ao analista líder e à entidade legal da Moody's que atribuiu o rating.

Consulte a aba de ratings do emissor/entidade disponível no www.moodys.com para divulgações regulatórias adicionais de cada rating.

Ceres Lisboa
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A Moody's Investors Service, Inc., uma agência de rating de crédito, subsidiária integral da Moody's Corporation ("MCO"), pelo presente, divulga que a maioria dos emissores de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e por entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela Moody's Investors Service, Inc., acordaram, antes da atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à Moody's Investors Service, Inc., para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados por esta agência, honorários que poderão ir desde US$1.000 até, aproximadamente, US$2.700,000. A MCO e a Moody's Invertors Sevices também mantêm políticas e procedimentos destinados a preservar a independência dos ratings de crédito da M Moody's Invertors Sevices  e de seus processos de ratings de crédito. São incluídas anualmente no website www.moodys.com, sob o título "Investor Relations — Corporate Governance — Director and Shareholder Affiliation Policy" informações acerca de certas relações que possam existir entre administradores da MCO e as entidades classificadas com ratings de crédito e entre as entidades que possuem ratings da  Moody's Invertors Sevices e que também  informaram publicamente à SEC (Security and Exchange Commission – EUA) que detêm participação societária maior que 5% na MCO.

Termos adicionais apenas para a Austrália: qualquer publicação deste documento na Austrália será feita nos termos da Licença para Serviços Financeiros Australiana da afiliada da MOODY's, a Moody's Investors Service Pty Limited ABN 61 003 399 657AFSL 336969 e/ou pela Moody's Analytics Australia Pty Ltd ABN 94 105 136 972 AFSL 383569 (conforme aplicável). Este documento deve ser fornecido apenas a distribuidores ("wholesale clients"), de acordo com o estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. Ao continuar a acessar esse documento a partir da Austrália, o usuário declara e garante à MOODY'S que é um distribuidor ou um representante de um distribuidor, e que não irá, nem a entidade que representa irá, direta ou indiretamente, divulgar este documento ou o seu conteúdo a clientes de varejo, de acordo com o significado estabelecido pelo artigo 761G da Lei Societária Australiana de 2001. O rating de crédito da Moody's é uma opinião em relação à idoneidade creditícia de uma obrigação de dívida do emissor e não diz respeito às ações do emissor ou qualquer outro tipo de valores mobiliários disponíveis para investidores de varejo.

Termos adicionais apenas para o Japão: A Moody's Japan K.K. ("MJKK") é agência de rating de crédito e subsidiária integral da Moody's Group Japan G.K., que por sua vez é integralmente detida pela Moody's Overseas Holdings Inc., uma subsidiária integral da MCO. A Moody's SF Japan K.K. ("MSFJ") é uma agência de rating de crédito e subsidiária integral da MJKK. A MSFJ não é uma Organização de Rating Estatístico Nacionalmente Reconhecida ("NRSRO"). Nessa medida, os ratings de crédito atribuídos pela MSFJ são Ratings de Crédito Não-NRSRO. Os Ratings de Crédito Não-NRSRO são atribuídos por uma entidade que não é uma NRSRO e, consequentemente, a obrigação sujeita aos ratings de crédito não será elegível para certos tipos de tratamento nos termos das leis dos E.U.A. A MJKK e a MSFJ são agências de rating de crédito registadas junto a Agência de Serviços Financeiros do Japão ("Japan Financial Services Agency") e os seus números de registo são "FSA Commissioner (Ratings) n° 2 e 3, respectivamente.

A MJKK ou a MSFJ (conforme aplicável) divulgam, pelo presente, que a maioria dos emitentes de títulos de dívida (incluindo obrigações emitidas por entidades privadas e entidades públicas locais, outros títulos de dívida, notas promissórias e papel comercial) e de ações preferenciais classificadas pela MJKK ou MSFJ (conforme aplicável) acordaram, com antecedência à atribuição de qualquer rating de crédito, pagar à MJKK ou MSFJ (conforme aplicável), para fins de avaliação de ratings de crédito e serviços prestados pela agência, honorários que poderão ir desde JPY125.000 até, aproximadamente, JPY250.000,000.

A MJKK e a MSFJ também mantêm políticas e procedimentos destinados a cumprir com os requisitos regulatórios japoneses.